segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A LEI DO PISO COMPLETA 6 ANOS

Os dilemas do piso do magistério continuam em 2014
A Lei do Piso (nº 11.738) está prestes a completar 6 anos de vigência, e ainda hoje muitos gestores públicos tentam boicotá-la ou burlá-la a todo custo. Primeiro foi a ação dos governadores de tentar declará-la inconstitucional, fato que a CNTE conseguiu barrar no Supremo Tribunal Federal - não obstante outra ADIn (nº 4.848, que visa eliminar o critério de reajuste do piso) aguardar julgamento de mérito no STF. Mas pior tem sido o sistemático descumprimento da norma legal por inúmeras prefeituras e governos estaduais, que não pagam o piso vinculado aos planos de carreira e/ou descumprem o limite da jornada de trabalho destinado às atividades extraclasses dos/as professores/as (1/3 no mínimo).
Desde 2013, outro grave problema passou a ocorrer com a Lei do Piso. A falta de transparência sobre o critério de atualização do valor, extraído de interpretação questionável da Advocacia Geral da União acerca do art. 5º da Lei Federal (com a qual a CNTE não concorda), abriu espaço para manobras contábeis que passaram a reduzir a previsão do custo aluno do Fundeb para fins de atualização do piso. Na prática, o MEC e a Secretaria do Tesouro Nacional têm publicado estimativas subvalorizadas, no mês de dezembro, para incidir na atualização do piso, em janeiro.
Essa prática ilegal, que visa atender à demanda de governadores e prefeitos, desconsidera informações disponíveis no site do Tesouro Nacional - de acesso público - e é revelada em abril com a consolidação das receitas do Fundeb. Em suma: a maquiagem dos dados feita em dezembro não contabiliza valores do Fundeb depositados em contas dos estados e municípios, sobre os quais deveriam incidir a parcela de 60% para salários dos professores. Ou seja: o magistério é duplamente prejudicado. Primeiro, porque deixa de receber valores efetivamente depositados na conta do Fundeb e, segundo, porque o piso tem seu crescimento real contido pelas estimativas subvalorizadas (entre 2013 e 2014, o piso deixou de ser reajustado em torno de 15%, acima do efetivado pelo MEC).
A proposta da CNTE, para essa questão específica, consiste em alterar a data-base do piso para maio, a fim de contemplar o balanço consolidado do Fundeb. Quanto ao descumprimento da Lei por parte de estados e municípios, a CNTE reforça a necessidade de aprovação de Lei de Responsabilidade Educacional, com viés exclusivo ao acompanhamento dos investimentos educacionais e à punição dos infratores que descumprem normas ou desviam recursos públicos.FONTE:CNTE

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

NORMAS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA





Este regulamento dispõe das normas de funcionamento do Lei da escola.

  • Os usuários terão direito a utilizar os computadores e seus recursos pelo período de 01h00min (uma hora) nos horários estabelecidos para pesquisas e trabalhos mediante a disponibilidade dos equipamentos e sob supervisão interna;
(AS PESSOAS TEM QUE USAR O TEMPO,SAIR AO COMPLETAR 1 HORA)


  O lei tem como objetivos efetivar a inclusão digital das pessoas que ainda não têm acesso a tecnologia da informação e dispor meios de uso aos já incluídos, oferecendo gratuitamente os serviços de utilização dos computadores, acesso à internet, cursos de informática e outras atividades de interesse da comunidade.


I – Do horário de funcionamento


 O LEI está disponível para cursos, pesquisas e trabalhos de segunda a sexta-feira na parte da manhã nos horários de 08h00min às 10h00min e a tarde de segunda a quinta-feira de 13h00min às 17h00min e às sextas-feiras de 13h00min às 16h00min.


II – Da utilização dos computadores e acesso à internet


  • Os usuários terão direito a utilizar os computadores e seus recursos pelo período de 01h00min (uma hora) nos horários estabelecidos para pesquisas e trabalhos mediante a disponibilidade dos equipamentos e sob supervisão interna;

É vetado(proibido,mediante normas da secretaria de educação-órgão superior).


a) - A utilização de arquivos gravados em disquetes, CD's, DVD's, pendrive e a realização de downloads para impressão;

b) - Participação, a execução e a instalação de jogos nos computadores;

c) - O acesso a sites de relacionamento como Orkut ou qualquer outro;

d) - A participação em sessões de “chat” (bate papo), o uso de mensageiros instantâneos, como as de IRC, MSN, ou qualquer outro programa;

e) - Modificar, introduzir, alterar, gravar, deletar ou excluir dados e parâmetros de configuração e/ou uso do equipamento da ILHA.


III – Dos cursos de informática e outras atividades de interesse da comunidade


Os períodos de cursos, treinamentos e outras atividades serão previamente divulgados ao público alvo, e serão ofertados nas datas previstas, mediante inscrição.


IV) – Disposições Gerais


Este regulamento está sujeito a alterações sem aviso prévio, principalmente no referente ao horário de funcionamento para melhoria do atendimento aos alunos.
AGRADECE: O NÚCLEO GESTOR E PROFESSORES COM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

NÍVEIS DA ESCRITA


Níveis psicogenéticos.


ENTRANDO NO NÍVEL 1 - PRÉ-SILÁBICO





NÍVEL 2 - SILÁBICO



NÍVEL 3
NO NÍVEL 4 - ALFABÉTICO 
A criança já escreve palavras e começa a enfrentar os conflitos ortográficos

O PRIMEIRO DIA DE AULA




A construção de boas relações na escola é um trabalho contínuo. Que tal começar o ano já pensando no assunto? A orientadora educacional Flávia Vivaldi dá dicas para promover um melhor relacionamento entre alunos e professores logo no primeiro dia de aula. Veja em: http://abr.ai/1dJJckw
Passadas as celebrações de fim de ano, é natural que comecemos a retomar nossa “vida normal”: nossos pensamentos e nosso corpo voltam ao ritmo, resgatamos nossos horários, nossa alimentação, as atividades físicas…
Nessa busca por reorganizar tudo, começam os lampejos da volta à escola, às aulas, aos alunos. Não adianta negar! Ainda que na praia, à sombra de um guarda-sol, ou nas montanhas, entre um banho de cachoeira e outro, surgem lembranças e situações que trazem a vida na escola até nós. Isso é ruim? Claro que não! Apenas comprova o quanto a Educação é e faz parte de nossas vidas.
Na recepção dos alunos, algumas atividades já são clássicas: apresentar rapidamente os conteúdos do ano, explicar do que trata cada disciplina, mostrar a função dos membros da comunidade escolar e as dinâmicas de sala de aula – horários, tarefas, formas de avaliação…
Mas vejam que interessante: muitas vezes, esses primeiros contatos com os estudantes – que são a grande motivação de nosso trabalho – ficam restritos a uma relação que nos distancia deles e tende a se prolongar durante todo o ano letivo. Ao nos encontrarmos com a garotada, precisamos nos lembrar: somos humanos, constituídos por diversos outras dimensões que não apenas a profissão.
Já perceberam como as crianças e os jovens se espantam quando conhecem algo de nós que foge do cenário em que nos relacionamos? Os pequenos se assustam quando falamos que temos pais, e os mais velhos não escondem sua surpresa quando nos encontram num show, fazendo uma caminhada, ou mesmo dando risadas com os amigos em volta de uma mesa de restaurante.
Aonde quero chegar, afinal de contas?
Na ideia de que, ao retomarmos nossa rotina de trabalho, pensemos sobre todas as características que nos humanizam: nossos projetos de vida, nossos medos, as coisas que nos alegram e nos enfurecem (como pessoa e não só como educador) e deixemos que nossos alunos reconheçam logo de início que, antes de sermos professores, somos seres humanos. Simples assim!
A partir desse entendimento, é possível refletir sobre como todos temos nossas particularidades, nossas limitações e contribuições a dar. Esse é o ponto de partida para que boas relações interpessoais sejam construídas na escola, pois privilegiam o entendimento de que todos são dignos de respeito.
Uma conversa informal sobre o assunto pode ser um bom começo para se criar essa nova visão. Não um “Sermão da Montanha”, mas uma breve apresentação, em que cada um mostre quem é como pessoa.
Fizemos isso ano passado na escola onde trabalho. Primeiramente no encontro pedagógico de início do ano. Entre nós, adultos, quanta descoberta! Acreditam que, embora estivéssemos entre colegas com anos e anos de convivência, nos surpreendemos, demos risadas, nos emocionamos e compartilhamos fatos de nossas vidas que desconhecíamos uns sobre os outros e que tinham tudo a ver com quem somos?
Logo após essa reunião, combinamos que no primeiro dia de aulas cada um de nós usaria essa outra forma de se apresentar para as turmas, deixando que os alunos espontaneamente, também se apresentassem. Assim, no final do dia, eles não tinham sido simplesmente apresentados aos seus professores, mas compartilhado um pouco de si com quem iriam conviver ao longo do ano. Trata-se de humanizarmos nossas relações.
Fica aqui essa sugestão. Começar o ano dizendo: Bem-vindos, alunos! Muito prazer! Eu sou…
Gostou da proposta? Tem outras sugestões? Compartilhe nos comentários! Será um prazer ler a sua opinião sobre o tema.MAIS NO LINK ACIMA.

CRIANÇAS NA ESCOLA

OLHA OS ALUNOS

BOM DIA ESTUDANTES

TUDO É FESTA NESTA HORA

A ESCOLA REGISTRANDO HISTÓRIAS

EIS O FUTURO:AS CRIANÇAS