segunda-feira, 7 de setembro de 2026

CHUVAS EM CAMOCIM-CE. CLIQUE AQUI. LITURGIA DO DOMINGO


  

 https://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/…/camocim-ce

APOIO : WILSON CONSTRUÇÕES

SERVIR COM EXCELÊNCIA É NOSSA MISSÃO.

LOJA 1 - RUA GENERAL SAMPAIO,22 - CENTRO   CAMOCIM-CE

wilsonconstrucoes2022@hotmail.com

(88) 36210205 / 36211004  Zap (88) 988577428

LOJA 2 - RUA ANTÔNIO ZEFERINO VERAS, 1401 - SÃO FRANCISCO  CAMOCIM - CE

joseolavo.construcao@hotmail.com

(88) 36211741 - (88) 988290305

@wilsonconstrucoes

 Ano LXI – CAMOCIM-CE, , 13 de setembro de 2026. Nº 50 VIGÉSIMO QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO A – São Mateus – Cor litúrgica: verde Formulário de Missa – MR., p.406 A.: O Senhor nos convoca para em torno da Palavra e da Eucaristia experimentarmos seu amor e sua misericórdia. Vivenciando sua bondade em nossa vida, aprendemos a agir com misericórdia em relação aos irmãos. O cristão não perdoa porque o outro merece, mas porque ele mesmo foi alcançado pela compaixão de Deus, por isso, perdoar não é sinal de fraqueza, mas de maturidade espiritual. Como comunidade reconciliada com Deus, iniciemos a Santa Missa dominical. RITOS INICIAIS 1. CANTO DE ABERTURA – L.: Eclo 36,18 e Sl 121 | M.: Delphim Rezende Porto e Pe. José Weber, SVD R.: DAI-NOS A PAZ, SENHOR! EM VÓS, NÓS ESPERAMOS! E ESCUTAI O CLAMOR DO VOSSO POVO!/ 1. Que alegria, quando ouvi que me disseram: ‘Vamos à casa do Senhor!’ e agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas./ 2. Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi./ 3. Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: ‘A paz esteja em ti!’ Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem! 2. SAUDAÇÃO INICIAL P.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T.: AMÉM. P.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. T.: BENDITO SEJA DEUS, QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO. 3. ATO PENITENCIAL P.: O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração. (breve silêncio) P.: Senhor, que viestes não para condenar, mas para perdoar, tende piedade de nós. T.: SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS. P.: Cristo, que vos alegrais pelo pecador arrependido, tende piedade de nós. T.: CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS. P.: Senhor, que muito perdoais a quem muito ama, tende piedade de nós. T.: SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS. P.: Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. T.: AMÉM. 4. HINO DO GLÓRIA Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. AMÉM. 5. COLETA P.: OREMOS: (breve silêncio) Ó Deus, vós que criais e governais todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos a ação da vossa misericórdia, dai-nos a graça de vos servir de todo o coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. LITURGIA DA PALAVRA A.: A Palavra de Deus nos faz reconhecer que todos somos dependentes da misericórdia Dele. Ouçamos com atenção as leituras de hoje. 6. PRIMEIRA LEITURA – Eclo 27,33-28,9 Leitura do Livro do Eclesiástico. 33O rancor e a raiva são coisas detestáveis; até o pecador procura dominá-las. 28,1Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos seus pecados. 2 Perdoa a injustiça cometida por teu próximo: assim, quando orares, teus pecados serão perdoados. 3Se alguém guarda raiva contra o outro, como poderá pedir a Deus a cura? 4Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos seus pecados? 5Se ele, que é um mortal, guarda rancor, quem é que vai alcançar perdão para os seus pecados? 6 Lembra-te do teu fim e deixa de odiar; 7pensa na destruição e na morte, e persevera nos mandamentos. 8Pensa nos mandamentos, e não guardes rancor ao teu próximo. 9Pensa na aliança do Altíssimo, e não leves em conta a falta alheia! Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 7. SALMO RESPONSORIAL – Salmo 102/103 R.: O SENHOR É BONDOSO, COMPASSIVO E CARINHOSO./ 1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!/ 2. Pois Ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura Ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão./ 3. Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu rancor. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas./ 4. Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. 8. SEGUNDA LEITURA – Rm 14,7-9 Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos. Irmãos: 7Ninguém dentre nós vive para si mesmo ou morre para si mesmo. 8Se estamos vivos, é para o Senhor que vivemos; se morremos, é para o Senhor que morremos. Portanto, vivos ou mortos, pertencemos ao Senhor. 9Cristo morreu e ressuscitou exatamente para isto, para ser o Senhor dos mortos e dos vivos. Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 9. ACLAMAÇÃO R.: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA./ V.: Eu vos dou este novo Mandamento, nova ordem, agora, vos dou; que, também, vos ameis uns aos outros como eu vos amei, diz o Senhor. (Jo 13,34) 10. EVANGELHO – Mt 18,21-35 P.: O Senhor esteja convosco. T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. P.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! P.: Naquele tempo, 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo; e eu te pagarei tudo!’ 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo; e eu te pagarei!’ 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ 34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. Palavra da Salvação. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! 11. HOMILIA 12. PROFISSÃO DE FÉ Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, (faz-se inclinação nas palavras destacadas) que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. AMÉM. 13. ORACÃO DOS FIÉIS P.: Irmãos, ao Deus misericordioso e cheio de compaixão invoquemos confiantes: Por vossa misericórdia, ouvi-nos, Senhor. T.: POR VOSSA MISERICÓRDIA, OUVI-NOS, SENHOR. 1) Que o Espírito Santo conduza os pastores e fiéis da Igreja nos caminhos do perdão, da compaixão e da conversão, fazendo dela uma comunidade promotora da paz e reconciliação, rezemos. T.: POR VOSSA MISERICÓRDIA, OUVI-NOS, SENHOR. 2) Concedei sabedoria aos nossos governantes, a fim de que não se esqueçam da dimensão do serviço para com o povo e não poupem esforços na edificação da justiça, rezemos. T.: POR VOSSA MISERICÓRDIA, OUVI-NOS, SENHOR. 3) Amparai-nos com a Vossa bondade e ajudai-nos a superar as divisões, as fofocas e as intrigas, colaborando para a edificação do bem em nossa comunidade, rezemos. T.: POR VOSSA MISERICÓRDIA, OUVI-NOS, SENHOR. 4) Olhai para todos nós aqui reunidos, para que a escuta da Palavra de Deus nos leve a perdoar e ter misericórdia para com os irmãos e irmãs, rezemos. T.: POR VOSSA MISERICÓRDIA, OUVI-NOS, SENHOR. (preces espontâneas): P.: Em vossa misericórdia, Deus de bondade, encontramos refúgio e proteção. Escutai nossas preces. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. LITURGIA EUCARÍSTICA 14. APRESENTAÇÃO DOS DONS – L.: Pe. Josmar Braga | M.: Anon. séc. XVII 1. Recebei, Senhor do céu, nossa oferta deste pão. Este pão se tornará depois, Corpo vivo de Jesus./ 2. Recebei também, Senhor, deste vinho nosso dom. Este vinho que será depois Sangue vivo de Jesus./ 3. Neste Corpo e neste Sangue acharemos salvação; renovados com celeste ardor, saberemos ser fiéis./ 4. Glória ao Pai onipotente, glória ao Filho Redentor e ao Espírito de eterno amor pelos séculos. Amém. 15. P.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo poderoso. T.: RECEBA O SENHOR POR TUAS MÃOS ESTE SACRIFÍCIO, PARA GLÓRIA DO SEU NOME, PARA NOSSO BEM E DE TODA A SUA SANTA IGREJA. 16. SOBRE AS OFERENDAS P.: Inclinai-vos, Senhor, às nossas súplicas e acolhei benigno as oferendas dos vossos fiéis, a fim de que os dons, que cada um trouxe em vossa honra, sirvam à salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. 17. ORAÇÃO EUCARÍSTICA SOBRE A RECONCILIAÇÃO II – MR., p.608 P.: Na verdade, é digno e justo dar-vos graças e cantar vossos louvores, Deus Pai todo poderoso, por tudo que operais neste mundo, por Cristo, nosso Senhor. No meio da humanidade dividida por inimizades e discórdias, sabemos por experiência que vós levais as pessoas a se converter e buscar a reconciliação. Pelo vosso Espírito Santo moveis os corações, de modo que os inimigos voltem à amizade, os adversários se deem as mãos e os povos procurem reencontrar a paz. É também obra do vosso poder, ó Pai, quando o ódio é vencido pelo amor, a vingança dá lugar ao perdão e a discórdia se converte em mútua afeição. Por isso, com os coros celestes, nós vos damos graças sem cessar e proclamamos aqui na terra a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: T.: SANTO, SANTO, SANTO… P.: Pai onipotente, louvado sois por vosso Filho Jesus Cristo, que veio em vosso nome. Ele é a Palavra de salvação para a humanidade, a mão que estendeis aos pecadores e o caminho pelo qual nos é concedida a vossa paz. Quando vos abandonamos por nossos pecados, vós nos reconduzistes à reconciliação por vosso Filho, que por nós entregastes à morte, para que voltássemos a vós e nos amássemos uns aos outros. E agora, celebrando a reconciliação que Cristo nos trouxe, vos pedimos: santificai estas oferendas pela efusão do vosso Espírito, a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue do vosso Filho que nos mandou celebrar estes mistérios. T.: ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SANTO! P.: Antes de dar a vida para nos libertar, estando à mesa, Jesus tomou o pão em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”. Do mesmo modo, naquela noite, ele tomou o cálice da bênção em suas mãos e, proclamando a vossa misericórdia, o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Mistério da fé e do amor! T.: TODAS AS VEZES QUE COMEMOS DESTE PÃO E BEBEMOS DESTE CÁLICE, ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE, ENQUANTO ESPERAMOS A VOSSA VINDA! P.: Fazendo, pois, memória da morte e ressurreição do vosso Filho que nos deixou esta prova de amor, nós vos oferecemos aquilo que nos destes: o sacrifício da perfeita reconciliação. T.: ACEITAI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA! P.: Pai santo, neste banquete salvífico, suplicantes, vos pedimos: aceitai-nos também com vosso Filho e dai-nos o seu Espírito para que nos liberte de tudo que nos separa uns dos outros. T.: O ESPÍRITO NOS UNA NUM SÓ CORPO! P.: Ele faça da vossa Igreja sinal de unidade do gênero humano e instrumento da vossa paz, e nos conserve em comunhão com o Papa Leão, o nosso Bispo Paulo Cezar, os Bispos do mundo inteiro e todo o vosso povo. T.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA! P.: Ó Pai, que agora nos reunistes, à mesa do vosso Filho, congregai-nos também na Ceia da comunhão eterna nos novos céus e nova terra, onde brilha a plenitude da vossa paz, junto com a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e todos os Santos, os nossos irmãos e as pessoas de todos os povos e línguas que morreram na vossa amizade, em Cristo Jesus, Senhor nosso. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. 18. RITO DA COMUNHÃO 19. CANTO DE COMUNHÃO R.: Ó PEDRO, NÃO TE DIGO SETE VEZES, MAS SETENTA VEZES SETE PERDOARÁS!/ 1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!/ 2. O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu rancor./ R.: Ó PEDRO, NÃO TE DIGO SETE VEZES, MAS SETENTA VEZES SETE PERDOARÁS!/ 3. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas. Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem./ 4. Como um pai se compadece de seus filhos, o Senhor tem compaixão dos que o temem. Bendizei-o, obras todas do Senhor bendize, ó minha alma, ao Senhor! 20. DEPOIS DA COMUNHÃO P.: OREMOS: (breve silêncio) Senhor, o vosso dom celeste penetre nossas mentes e nossos corpos, para que em nós prevaleça sempre, não o sentimento, mas a força deste sacramento. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. 21. ORAÇÃO VOCACIONAL P.: REZEMOS JUNTOS: Nós vos rogamos, ó Bom Jesus: enviai operários para a vossa messe, pois a messe é grande e os operários são poucos. Olhai nossas necessidades e dai nos religiosos e religiosas dedicados, santos sacerdotes para pastorear o vosso povo e famílias zelosas e generosas. Maria, Mãe e Rainha das vocações, rogai por nós. AMÉM. 22. ORAÇÃO DO DIZIMISTA Senhor, faz de mim um dizimista consciente e feliz. Que meu dízimo seja agradecimento, seja um ato de amor e reconhecimento pela tua bondade. O que tenho de bom, de ti recebi: vida, fé, saúde, amor, família, trabalho, bens... Ajuda-me a partilhar com justiça e fidelidade. Tira o egoísmo do meu coração. Que eu te ame cada vez mais; que ame e ajude cada vez mais aos meus irmãos e irmãs. Senhor Jesus, fazei que o meu dízimo seja fonte de bênçãos e prosperidade para mim, minha família e minha comunidade paroquial. AMÉM. RITOS FINAIS 23. BREVES AVISOS 24. BÊNÇÃO FINAL LEITURAS DA SEMANA Seg.: Nm 21,4b-9 ou Fl 2,6-11; Sl 77(78); Jo 3,13-17. Exaltação da Santa Cruz, Festa; Ter.: Hb 5,7-9; Sl 30(31); Jo 19,25-27 ou Lc 2,33-35. Bem-aventurada Virgem Maria das Dores, Mem.; Qua.: 1Cor 12,31-13,13; Sl 32(33); Lc 7,31-35. Santos Cornélio, papa, e Cipriano, bispo, mártires, Mem.; Qui.: 1Cor 15,1-11; Sl 117(118); Lc 7,36-50; Sex.: 1Cor 15,12-20; Sl 16(17); Lc 8,1-3; Sáb.: 1Cor 15,35-37.42-49; Sl 55(56); Lc 8,4-15. 

“Por que ele está tão quieto, tão incandescente?”

“Você escolheu ver”, – ele respondeu. – “Fique satisfeito com isso. Apenas continue olhando”.

Quando olhei novamente, outro garoto entrou na caverna a uma velocidade vertiginosa. Ele também era do Oratório.

Mais assustado do que nunca, perguntei ao meu guia: — “Quando esses meninos estão correndo para esta caverna, eles não sabem para onde estão indo?

“Eles certamente sabem. Eles foram advertidos mil vezes, mas ainda sim optaram por se jogar ao fogo porque eles não detestam o pecado e tem preguiça em abandoná-lo. Além disso, eles desprezam e rejeitam os incessantes e misericordiosos convites de Deus para fazer penitência. Assim provocada, a Divina Justiça os persegue, os persegue e os estimula para que não possam parar até chegarem a este lugar “.

“Oh, quão miserável esses garotos infelizes devem se sentir ao saber que não têm mais nenhuma esperança”, – exclamei.

“Se você realmente quer saber sua loucura e fúria íntimas, chegue um pouco mais perto”, – observou meu guia.

Fui alguns passos para a frente e vi que muitos desses pobres infelizes se espancavam furiosamente como cães loucos. Outros estavam arranhando seus próprios rostos e mãos, arrancando sua própria carne e a jogando com toda violência. Naquele momento, todo o teto da caverna tornou-se tão transparente como o cristal e revelou um pedaço do céu e seus companheiros radiante seguros por toda a eternidade.

Os pobres miseráveis, furiosos e ofegantes de inveja, queimavam de raiva porque haviam ridicularizado os justos em vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Descobrir mais
Cristão
Cristianismo
Feriados cristãos

“ O ímpio o verá, e se entristecerá; rangerá os dentes, e se consumirá; o desejo dos ímpios perecerá.” (Salmo 111: 10).

Spendthrifts running through the wood of the suicides, Gustave Doré (1861)

“Por que não ouço nada?” – Perguntei ao meu guia.

“Chegue mais perto!” – ele aconselhou.

Pressionando minha orelha contra a janela de cristal, ouvi gritos e soluços, blasfêmias e xingamentos contra os santos. Foi um tumulto de vozes e gritos, estridente e confuso.

“Tais são os cantos lúgubres que devem ecoar aqui durante a eternidade. Mas seus gritos, seus esforços e seus gritos são todos em vão.”

“ Toda a força da miséria virá sobres eles.”(Jó 20:22).

“Aqui, o tempo não existe mais. Aqui existe apenas a eternidade”.

Enquanto eu via a condição de muitos dos meus meninos em pleno terror, um pensamento me aconteceu de repente.

“Como esses meninos podem ser condenados?” – Eu perguntei. – “Ontem à noite eles ainda estavam vivos no Oratório!”

“Os meninos que você vê aqui”, – ele respondeu, – “estão todos mortos para a graça de Deus. Se eles morressem agora ou se persistissem em seus maus caminhos, eles seriam condenados. Mas estamos perdendo o tempo. Vamos continuar”.

Ele me conduziu e passamos por um corredor para uma caverna inferior, em cuja entrada eu li: “porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará” (Isaías 66:24).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Descobrir mais
cristã
Livros e literatura
Espiritual

Nesta caverna inferior novamente vi os meninos do Oratório que haviam caído no forno de fogo. Eu me aproximei deles e notei que eles estavam todos cobertos de vermes e insetos que roíam seus órgãos vitais, corações, olhos, mãos, pernas e corpos inteiros tão ferozmente que desafiam a descrição. Desamparados e imóveis, eram presa de todo tipo de tormento.

Esperando poder falar com eles ou ouvir algo deles, cheguei ainda mais perto, mas ninguém falou nem olhou para mim. Então, perguntei ao meu guia por que, e ele explicou que os condenados estão totalmente privados de liberdade. Cada um deve suportar completamente seu próprio castigo, sem absolutamente nenhuma ajuda.

Aqui, podia-se ver como era atroz o remorso daqueles que haviam sido alunos em nossas escolas. Como era um tormento para eles lembrar cada pecado imperdoável e seu justo castigo, os inúmeros e até extraordinários meios que eles tinham para consertar seus caminhos, perseverar na virtude e ganhar o paraíso e sua falta de resposta aos muitos favores prometidos e concedidos pela Virgem Maria. Que tortura para eles pensar que poderiam ter sido salvos tão facilmente, mas agora estão irremediavelmente perdidos e lembrar as muitas boas resoluções feitas e nunca mantidas. O inferno é realmente pavimentado com boas intenções!

“E agora”, – acrescentou, – “você também deve entrar naquela caverna”.

“Ah não!” – Eu objetei com terror. – “Antes de ir ao inferno, alguém deve ser julgado. Ainda não fui julgado, então não irei ao inferno!”

“Ouça”, – ele disse, – “o que você prefere fazer: visitar o inferno e salvar seus meninos ou ficar fora e deixá-los em agonia?”

Por um momento, fiquei sem palavras. — “Claro, eu amo meus meninos e desejo salvá-los todos”, – respondi, – “mas não há outra saída?”

“Sim, há um caminho”,– ele prosseguiu, – “desde que você faça tudo o que puder”.

Respirei com mais facilidade e instantaneamente disse: — “Não me importo de ficar se eu puder resgatar esses amados filhos de tais tormentos”.

“Entre por aqui”, – continuou meu amigo, – “e veja como nosso Deus bom e poderoso oferece amorosamente mil meios para guiar os seus meninos à penitência e salvando-os da morte eterna”.

Ao pegar minha mão, ele me levou até a caverna. Quando entrei, encontrei-me de repente transportado para um magnífico salão cujas portas de vidro cortadas ocultavam mais entradas.

Acima de uma delas, li esta inscrição: o Sexto Mandamento. Apontando para isso, meu guia exclamou: — “Transgressões a este mandamento causaram a eterna ruína de muitos meninos”.

“Eles não foram se confessar?”

“Sim, o fizeram, mas omitiram ou insuficientemente confessaram os pecados contra a bela virtude da pureza. Outros meninos podem ter caído nesse pecado, mas em sua infantilidade e vergonha nunca confessaram ou fizeram isso de forma insuficiente. Outros não lamentavam real ou sinceramente em sua determinação de evitá-la no futuro. Havia mesmo alguns que, ao invés de examinar sua consciência, passaram seu tempo tentando descobrir a melhor forma de enganar seu confessor. Qualquer um que morra neste estado de espírito escolhe estar entre os condenados , e assim ele está condenado por toda a eternidade. Apenas aqueles que morrerem verdadeiramente arrependidos serão eternamente felizes. Agora, você quer ver por que nosso Deus misericordioso trouxe você aqui?”

Ele levantou a cortina e vi um grupo de meninos do Oratório — todos conhecidos por mim — que estavam lá por causa deste pecado. Entre eles estavam alguns cuja conduta parecia ser boa.

“Agora você certamente me deixará anotar seus nomes para que eu possa avisá-los individualmente”, – exclamou.

“Não será necessário!”

“Então, o que você sugere dizer a eles?”

“Sempre pregue contra a imodéstia. Tenha em mente que, mesmo que você os corrigisse individualmente, eles prometeriam, mas não sempre de coração. Para uma resolução firme, é preciso a graça de Deus, que não será negada aos seus meninos se eles orarem. Deus manifesta o Seu poder, especialmente por ser misericordioso e perdoador. Por sua parte, reze e faça sacrifícios. Quanto aos meninos, deixe-os ouvir suas correções e consulte suas consciências. Isso lhes dirá o que fazer “.

“Posso mencionar todas essas coisas aos meus meninos?”

“Sim, você pode dizer o que quer que você lembre.”

“Que conselho devo dar para protegê-los de tal tragédia?”

“Continue dizendo-lhes que obedecendo a Deus, a Igreja, seus pais e seus superiores, mesmo nas pequenas coisas, serão salvos. Avise-os contra a ociosidade. Diga-lhes que se mantenham ocupados em todos os momentos para que o diabo não tenha chance para tentá-los. “

The Seven Corporal Works Of Mercy, David Teniers the Younger

Inclinei a cabeça e prometi. Fraco pela consternação, eu só podia murmurar: — “Obrigado por ter sido tão bom comigo. Agora, me leve para fora daqui”.

“Tudo bem, então, venha comigo”.

Encorajadoramente, ele pegou minha mão e me levantou porque eu mal conseguia fazê-lo. Saindo daquele salão, em pouco tempo nós voltamos pelo horrível pátio e pelo longo corredor. Mas, assim que atravessamos o último portal de bronze, ele se virou para mim e disse:

“Agora que você viu o que os outros sofrem, você também deve experimentar um toque do inferno.”

“Não, não!” Gritei aterrorizado.

Ele insistiu, mas eu continuei recusando.

“Não tenha medo”, – ele me disse; – “apenas tente. Toque nesta parede.”

Não consegui reunir coragem suficiente e tentei fugir, mas ele me segurou de volta. — “Experimente”, – ele insistiu. Agarrando meu braço firmemente, ele me puxou para a parede. — “Apenas um toque”, – ele ordenou, – “para que você possa dizer que você viu e tocou as paredes do sofrimento eterno e que você pode entender o que o último muro deve ser como se o primeiro fosse tão insuportável. Olhe para este muro!”

Eu o fiz com atenção. Parecia incrivelmente grosso. — “Há mil paredes entre esta e o fogo real do inferno”, – continuou meu guia. – “Mil paredes as englobam, cada uma mil medidas grossas e igualmente distantes uma da outra. Cada medida são mil milhas. Esse muro, portanto, está há milhões e milhões de quilômetros do fogo real do inferno. É apenas uma borda remota de próprio inferno.”

Quando ele disse isso, instintivamente fui para trás, mas ele agarrou minha mão, abriu-a e apertou-a contra a primeira das mil paredes. A sensação era tão excruciante que eu acordei com um grito e me encontrei sentado na cama. Minha mão estava ardendo, e eu continuava esfregando-a para aliviar a dor. Quando levantei esta manhã, notei que estava inchada. Ter minha mão pressionada contra a parede, embora apenas em um sonho, foi tão real que, mais tarde, a pele da minha palma descascou.

Tenha em mente que tentei não assustar-vos muito, e por isso não descrevi essas coisas com todo o seu horror quanto as vi e me impressionaram. Sabemos que Nosso Senhor sempre retratou o Inferno em símbolos porque, se ele o descrevesse como realmente é, não o teríamos entendido. Nenhum mortal pode compreender essas coisas. O Senhor conhece-os, e Ele os revela a quem Ele quiser.