."Sangue Água / que brotastes do Coração de Jesus / como fonte de Misericórdia para nos, / eu confio em Vós! " (Diário nº 187)
2. "Ao expirardes, ó Jesus, / a Fonte da Vida brotou para acalmas / e abriu se o oceano da Misericórdia / para todo o mundo. Ó Fonte da Vida, / Mísericórdia insondável de Deus,/ abraçai o mundo inteiro / e derramai-Vos sobre nós !" (Diário nº 1319)
3."Ó Jesus crucificado, / suplico-Vos, / concedei-me a graça/ de sempre em toda a parte e em tudo / cumprir fielmente a santíssima Vontade de Vosso Pai. E quando essa, Vontade Divina / me parecer penosa e difícil de realizar, / então suplico-Vós, Jesus, / que das Vossas Chagas desça sobre mim / força e vigor, / e que a minha boca repita: /" Seja feita a Vossa Vontade? Senhor!" ( Diário nº 1265)
4. "Ó Salvador do mundo, / Amante da redenção humana,/ que em tão terríveis; suplícios de dor / não pensais em Vós mesmo, / lembrando-Vos apenas da salvação das almas, / ó Jesus, cheio de compaixão, / concedei-me a graça / de me esquecer de mim mesmo(a) / a fim de viver Inteiramente para as almas, / ajudando-Vos na Obra da Salvação / segundo a SantIssima Vontade, de Vosso pai..." ( Diário nº 1265 )
5. "Ó Jesus, / Verdade eterna, / nossa Vida, / invoco e suplico a Vossa misericórdia / para os pobres pecadores:'Ó dulcíssimo Coração do meu senhor, / cheio de Compaixão e insondável Misericórdia, / imploro-Vos pelos pobres pecadores. Ó Coração Sacratíssima, / fonte de Misericórdia, / do qual bro taro raios de graças incompreensíveis / para todo o gênero humano,/ suplico-vos luz/ para os pobres pecadores. Ó Jesus, / lembrai-Vos da vossa
amarga paixão / e não permitais que se percam almas / remidas com o Vosso preciosíssimo e sacratíssimo Sangue. Ó Jesus, / quando medito sobre o grande mérito do Vosso Sangue, / rejubilo com a sua imensidade, / pois uma só gota teria sido suficiente / para todos os pecadores... Oh, / como se consome de alegria o meu coração, / quando contemplo essa Vossa inconcebível Bondade, / Ó meu Jesus! Desejo trazer a Vossos pés / todos os pecadores, / para que louvem a Vossa Misericórdia / pelos séculos sem fim!" ( Diário nº 72 )
Nosso Senhor Jesus enumera três condições para que a oração feita nessa hora, seja atendida:
1) A prece deve ser dirigida a Jesus-Salvador.
2) A prece deve ser feita às tres horas da tarde.
3) A prece deve recorrer ao valor e aos méritos infinIto da Paixão do Senhor Jesus.
" Nessa hora - prometeu Jesus à santa irmã Faustina - podes requerer tudo o que desejes por ti e pelos outros. Nessa hora realizou-se a Graça para todo o mundo: a misericórdia venceu a Justiça" . (D 1.572)
Minha filha, procura rezar nessa hora a Via-Sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres. E se não puderes fazer a Via Sacra, entra ao menos por um momento na capela e adora o Meu coração que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento.
Dirigente: Senhor Jesus, queremos nesta via-sacra seguir vossos passos no caminho para o Calvário. Neste longo e tenebroso trajeto, suportastes dores, injúrias e humilhações. Ajudai-nos a meditar estas estações com muita fé e devoção. Queremos aprender de vós a fidelidade a Deus, mesmo diante das dificuldades que nos cercam ao longo da vida. A “via dolorosa” é essencialmente um exercício de piedade e devoção, um caminho que nos permite purificar nossos passos no vosso seguimento. Que esta via crucis aumente em nós o amor a Deus e aos irmãos.
PRIMEIRA ESTAÇÃO
Jesus é condenado à morte
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Quando o “povo” pediu a crucificação de Jesus, Pilatos pediu água e lavou as mãos, dizendo: “Não sou responsável pelo sangue deste homem. É um problema de vocês”. Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
A morrer crucificado, Teu Jesus é condenado por teus crimes, pecador.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
SEGUNDA ESTAÇÃO
Jesus carrega a sua cruz
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao monte Calvário ou Gólgota, onde será crucificado. A cruz era um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Com a cruz é carregado e do peso acabrunhado, vai morrer por teu amor.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
TERCEIRA ESTAÇÃO
Jesus cai pela primeira vez
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem, e ele cai. Com chicotes, os soldados o forçam a se levantar e continuar o caminho para o Calvário. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Pela cruz tão oprimido cai Jesus desfalecido pela tua salvação.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
QUARTA ESTAÇÃO
Jesus se encontra com sua mãe
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Mãe e filho se encontram e se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilham, até a cruz, até o fim. Sem palavras, a dor leva-nos a compartilhar este momento sofrido, expresso em seus rostos. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
De Maria lacrimosa, sua mãe tão dolorosa, vê a imensa compaixão.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
QUINTA ESTAÇÃO
Simão ajuda Jesus a carregar a sua cruz
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Enquanto levavam Jesus para ser crucificado, Simão de Cirene, que voltava do campo, foi obrigado a carregar a cruz para que Jesus não desfalecesse pelo caminho, pois tinha de permanecer vivo até a crucifixão. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Em extremo desmaiado, deve auxílio tão cansado, receber do Cirineu.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
SEXTA ESTAÇÃO
Verônica enxuga o rosto de Jesus
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Uma mulher que assistia à passagem de Jesus se comove ao ver a cena e decide limpar a face do condenado tingida de sangue. No pano usado por Verônica ficou gravado o rosto de Jesus. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
O seu rosto ensanguentado, por Verônica enxugado eis no pano apareceu.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
SÉTIMA ESTAÇÃO
Jesus cai pela segunda vez
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Jesus sabia do fim que o esperava. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava esgotado e abatido. Por isso, caminhava com dificuldade e pela segunda vez cai sob a cruz. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Outra vez desfalecido, pelas dores abatido, cai em terra o salvador.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
OITAVA ESTAÇÃO
Jesus consola as mulheres de Jerusalém
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Já estavam próximos do monte Calvário. Jesus, abatido pela dor e vendo suas forças esgotadas, ainda tem ânimo para consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o sofrimento dele. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Das matronas piedosas, de Sião filhas chorosas, é Jesus consolador.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
NONA ESTAÇÃO
Jesus cai pela terceira vez
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Jesus já não suporta o cansaço e a dor, por isso cai pela terceira vez sob o peso da cruz. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel para aliviar a dor, mas ele não quis beber. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Cai, terceira vez, prostrado pelo peso redobrado, dos pecados e da cruz.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA ESTAÇÃO
Jesus é despojado de suas vestes
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Os soldados tomaram as roupas de Jesus e fizeram um sorteio, para ver a parte que cabia a cada um. Assim se cumpre a profecia: “Repartiram entre si minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Dos vestidos despojado, por verdugos maltratado, eu vos vejo, meu Jesus.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO
Jesus é pregado na cruz
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Jesus é crucificado. São cravados pregos de ferro que lhe rasgam a carne, dilacerando mãos e pés. A cruz é erguida, Jesus fica suspenso entre o céu e a terra. Agora é o fim, ele está definitivamente condenado. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Sois por mim à cruz pregado, insultado, blasfemado com cegueira e com furor.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO
Jesus morre na cruz
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Depois de longa agonia, Jesus lança seu último grito do alto da cruz: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. Em seguida, inclinou a cabeça e entregou o espírito a Deus. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Por meus crimes padecestes, meu Jesus, por mim morrestes como é grande a minha dor.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO
Jesus é descido da cruz
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Às vésperas do sábado, José de Arimateia foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Com a permissão de Pilatos, José comprou um lençol de linho, desceu o corpo da cruz e o enrolou no lençol. Maria, sua mãe, recebeu-o em seus braços. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Do madeiro vos tiraram e nos braços vos deixaram de Maria, que aflição.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO
Jesus é sepultado
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: Depois de envolvê-lo num lençol, José de Arimateia colocou o corpo de Jesus num túmulo escavado na rocha, onde ninguém ainda tinha sido sepultado, e rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
No sepulcro vos deixaram, enterrado vos choraram, magoado o coração.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus.
DÉCIMA QUINTA ESTAÇÃO
A ressurreição de Jesus
Dirigente: Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos. Todos: Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo. Leitor: No Domingo de madrugada, as mulheres foram ao túmulo e viram que estava vazio. Dois homens com vestes claras e brilhantes lhes perguntaram: “Por que procuram entre os mortos quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou”. Pai-nosso… Ave-Maria… Glória ao Pai.
Meu Jesus, por vossos passos, recebei em vossos braços, a mim, pobre pecador.
Pela virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus
………………………………………………………………… ORAÇÃO FINAL
Dirigente: Senhor Jesus, terminamos o percurso da via-sacra, onde meditamos e rezamos sobre as principais dificuldades que enfrentastes no caminho até o Calvário. Sobre vossa cruz resplandece a luz da esperança, que não nos permite voltar atrás. A vossa cruz se torne para nós sinal de vitória. Ajudai-nos a abraçá-la com amor para que possamos vislumbrar o brilho da vossa ressurreição. Vós que viveis e reinais para sempre.
Todos: Amém.
Dirigente: Louvado será nosso Senhor Jesus Cristo.
Todos: Para sempre seja louvado.
PRIMEIRO MISTÉRIO - Mistérios Gozosos 1- A Anunciação à Nossa Senhora. A humildade 2- A Visitação à Sta. Isabel. A virtude da Caridade 3- O Nascimento de Nosso Senhor. O desapego ao material 4- A Apresentação do Menino. O oferecimento de nosso ser ao Pai 5- A perda no Templo. O Zelo Apostólico
Oração Inicial
Primeiro Mistério Luminoso: Batismo de Jesus no rio Jordão
«Depois que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Eis que os céus se abriram e viu descer sobre ele, em forma de pomba, o Espírito de Deus. E do céu baixou uma voz: "Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição"» (Mt 3,16-17).
Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.
Segundo Mistério Luminoso: Auto-revelação de Jesus nas Bodas de Caná
«Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus.Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: "Eles já não têm vinho". Respondeu-lhe Jesus: "Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou". Disse, então, sua mãe aos serventes: "Fazei o que ele vos disser"». (Jo 2, 1-5)
Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.
Terceiro Mistério Luminoso: Anúncio do Reino de Deus
«Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho». (Mc 1, 15)
Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.
Quarto Mistério Luminoso: Transfiguração de Jesus
«Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e conduziu-os à parte a uma alta montanha.Lá se transfigurou na presença deles: seu rosto brilhou como o sol, suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura» (Mt 17, 1-2).
Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.
Quinto Mistério Luminoso: Instituição da Eucaristia
«Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai e comei, isto é meu corpo"» (Mt 26, 26).
Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mi
Divino Jesus, nós Vos oferecemos este terço que vamos rezar, meditando nos mistérios da Vossa Redenção. Concedei-nos, por intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganharmos as indulgências desta santa devoção.
Mistérios Dolorosos 1- A Oração no Horto. A Opção pelo sacrifício 2- A Flagelação do Senhor. O domínio corporal 3- A Coroação de espinhos. A retidão mental 4- Jesus carregando a Cruz. A Paciência 5- A Morte de Nosso Senhor. A aceitação da Vontade Divina.
Mistérios Gloriosos 1- A Ressurreição de Jesus. A virtude da Fé 2- A Ascensão do Senhor. A virtude da Esperança 3- O envio do Espírito Santo. O Amor Divino 4- A Assunção de Maria Santíssima. A Boa Morte 5- A Coroação de Nossa Senhora. A intercessão de Nossa Mãe .
Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos agora e para sempre tomar-nos debaixo de vosso poderoso amparo e para mais nos obrigar vos saudamos com uma Salve Rainha….
Salve Rainha Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
Ano LXI – CAMOCIM-CE, 29 de março de 2026. Nº 22
DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR
ANO A – São Mateus – Cor litúrgica: vermelho
Formulário de Missa – MR., p. 216-226
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026: “Fraternidade e Moradia”
A.: Neste domingo recordamos o Mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo,
dando início a “Semana Maior” de todo o Ano Litúrgico. Acompanharemos os passos de nosso
Senhor, sua entrada triunfante em Jerusalém e logo sua condenação e morte. Ele oferta sua
vida por amor a fim de nos salvar. Iniciemos com piedade e fé esta Santa Missa.
(Segue uma das formas de entrada previstas no Missal Romano p.216-224).
RITOS INICIAIS
1. ANTÍFONA – L. e M.: Pe. José Alves
R.: HOSANA AO FILHO DE DAVI. (Bis)/ 1. Bendito o que vem em nome do Senhor!/ 2. Rei de
Israel, hosana nas alturas!
2. SAUDAÇÃO INICIAL
P.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T.: AMÉM.
P.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco!
T.: BENDITO SEJA DEUS, QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO!
P.: Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos o nosso
coração pela penitência e obras de caridade. Hoje aqui nos reunimos e iniciamos, com toda
a Igreja, a celebração do mistério pascal de nosso Senhor, sua morte e ressurreição. Para
consumá-lo, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Por isso, celebrando com fé e piedade
a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela
graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.
3. BÊNÇÃO DOS RAMOS
P.: OREMOS: (breve silêncio) Deus eterno e todo-poderoso, santificai estes ramos com a
vossa bênção para que possamos chegar à eterna Jerusalém, seguindo com alegria o Cristo,
nosso Rei. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
(O sacerdote, em silêncio, asperge os ramos com água benta).
4. EVANGELHO – Mt 21,1-11
P.: O Senhor esteja convosco.
T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
P.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR!
P.: Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a
Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: “Ide
até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com
ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa,
direis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá’”. 4Isso aconteceu para se cumprir
o que foi dito pelo profeta: 5“Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e
montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. 6Então os discípulos
foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e
puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas
vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo
caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana
ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”
10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este
homem?” 11E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”.
Palavra da Salvação.
T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR!
(Se for oportuno, pode-se fazer uma breve homilia. Em seguida se faz o convite à
procissão com as palavras abaixo).
5. PROCISSÃO DE RAMOS
P.: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com
alegria a nossa procissão.
T.: EM NOME DE CRISTO, AMÉM!
6. CANTO DA PROCISSÃO – L.: MR e Sl 23 | M.: José Alves
R.: OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE OLIVEIRA FORAM AO ENCONTRO DO
SENHOR, CLAMANDO: HOSANA AO FILHO DE DAVI! HOSANA AO FILHO DE DAVI!/ 1. Ao
Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam./
2. “Ó portas, levantai vossos frontões, a fim de que o Rei da glória possa entrar!/ 3. Dizei
nos: “Quem é este Rei da glória?” “É o Senhor, o valoroso, o onipotente!”
7. COLETA
P.: OREMOS: (breve silêncio) Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um
exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e
morresse na cruz. Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de
sua ressurreição. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
(Quando não houver procissão, a missa começa como de costume).
LITURGIA DA PALAVRA
A.: O amor de Deus se manifesta para nós no escândalo da cruz. Ouçamos atentamente.
8. PRIMEIRA LEITURA – Is 50,4-7
Leitura do Livro do Profeta Isaías.
4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à
pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção
como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci
as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de
bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater
o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.
Palavra do Senhor.
T.: GRAÇAS A DEUS.
9. SALMO RESPONSORIAL – Salmo 21/22
R.: MEU DEUS, MEU DEUS, POR QUE ME ABANDONASTES?/ 1. Riem de mim todos aqueles
que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: ao Senhor se confiou, ele o liberte e
agora o salve, se é verdade que ele o ama!/ 2. Cães numerosos me rodeiam furiosos e por
um bando de malvados fui cercado./ Transpassaram minhas mãos e os meus pés. E eu posso
contar todos os meus ossos./ 3. Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a
minha túnica./ Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em
meu socorro!/ 4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembleia hei de
louvar-vos! Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores e glorificai-o, descendentes de
Jacó, e respeitai-o, toda raça de Israel!
10. SEGUNDA LEITURA – Fl 2,6-11
Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
6
Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7mas
Ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos
homens. Encontrado com aspecto humano, 8humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente
até a morte, e morte de cruz. 9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que
está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra
e abaixo da terra, 11e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor!”, para a glória de Deus
Pai. Palavra do Senhor.
T.: GRAÇAS A DEUS.
11. ACLAMAÇÃO
R.: GLÓRIA E LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO./ V.: Jesus Cristo se tornou obediente, obediente até
a morte numa cruz. Pelo que o Senhor Deus o exaltou e deu-lhe um nome muito acima de
outro nome. (Fl 2,8-9)
12. ANÚNCIO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO – Mt 26,14-27,66
P.: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.
(Não se diz: “Glória a vós, Senhor”)
Diác. ou L1. (Leitor 1): Naquele tempo, 14Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes,
foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse:
L2. (Leitor 2): “O que me dareis se vos entregar Jesus?”
L1.: Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma
oportunidade para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos
aproximaram-se de Jesus e perguntaram:
T.: “ONDE QUERES QUE FAÇAMOS OS PREPARATIVOS PARA COMER A PÁSCOA?”
L1.: 18Jesus respondeu:
P.: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O mestre manda dizer: o meu tempo
está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
L1.: 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde,
Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse:
P.: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”.
L1.: 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar:
L2.: “Senhor, será que sou eu?”
L1.: 23Jesus respondeu:
P.: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai
morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do
Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!”
L1.: 25Então Judas, o traidor, perguntou:
L2.: “Mestre, serei eu?”
L1.: Jesus lhe respondeu:
P.: “Tu o dizes”.
L1.: 26Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o,
distribuiu-o aos discípulos, e disse:
P.: “Tomai e comei, isto é o meu corpo”.
L1.: 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo:
P.: “Bebei dele todos. 28Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em
favor de muitos, para remissão dos pecados. 29Eu vos digo: de hoje em diante não beberei
deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu
Pai”.
L1.: 30Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. 31Então Jesus disse
aos discípulos:
P.: “Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: ‘Ferirei
o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão’. 32Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa
frente para a Galileia”.
L1.: 33Disse Pedro a Jesus:
L2.: “Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa, eu jamais ficarei”.
L1.: 34Jesus lhe declarou:
P.: “Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”.
L1.: 35Pedro respondeu:
L2.: “Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei”.
L1.: E todos os discípulos disseram a mesma coisa. 36Então Jesus foi com eles a um lugar
chamado Getsêmani, e disse:
P.: “Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!”
L1.: 37Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e
angustiado. 38Então Jesus lhes disse:
P.: “Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui e vigiai comigo!”
L1.: 39Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou:
P.: “Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu
quero, mas sim como tu queres”.
L1.: 40Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro:
P.: “Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? 41Vigiai e rezai, para não
cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca”.
L1.: 42Jesus se afastou pela segunda vez e rezou:
P.: “Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!”
L1.: 43Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam
pesados de sono. 44Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as
mesmas palavras. 45Então voltou para junto dos discípulos e disse:
P.: “Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue
nas mãos dos pecadores. 46Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando”.
L1.: 47Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada
de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. 48O
traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo:
L2.: “Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!”
L1.: 49Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo:
L2.: “Salve, Mestre!”
L1.: E beijou-o. 50Jesus lhe disse:
P.: “Amigo, a que vieste?”
L1.: Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. 51Nesse
momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo
do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha. 52Jesus, porém, lhe disse:
P.: “Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão.
53Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze
legiões de anjos? 54Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve
acontecer?”
L1.: 55E, naquela hora, Jesus disse à multidão:
P.: “Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos
os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes”.
L1.: 56Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos
os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. 57Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à
casa do Sumo Sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os mestres da Lei e os anciãos.
58Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do Sumo Sacerdote. Entrou e
sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. 59Ora, os sumos sacerdotes
e todo o Sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à
morte. 60E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim,
vieram duas testemunhas, 61que afirmaram:
T.: “ESTE HOMEM DECLAROU: ‘POSSO DESTRUIR O TEMPLO DE DEUS E CONSTRUÍ-LO DE
NOVO EM TRÊS DIAS”.
L1.: 62Então o Sumo Sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus:
L2.: “Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?”
L1.: 63Jesus, porém, continuava calado. E o Sumo Sacerdote lhe disse:
L2.: “Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus.”
L1.: 64Jesus respondeu:
P.: “Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem
sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu”.
L1.: 65Então o Sumo Sacerdote rasgou suas vestes e disse:
L2.: “Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós
ouvistes a blasfêmia. 66Que vos parece?”
L1.: Responderam:
T.: “É RÉU DE MORTE!”
L1.: 67Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas,
68dizendo:
T.: “Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?”
L1.: 69Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse:
L2.: “Tu também estavas com Jesus, o Galileu!”
L1.: 70Mas ele negou diante de todos:
L2.: “Não sei o que tu estás dizendo”.
L1.: 71E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que
estavam ali:
L2.: “Este também estava com Jesus, o Nazareno”.
L1.: 72Pedro negou outra vez, jurando:
L2.: “Nem conheço esse homem!”
L1.: 73Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram:
T.: “É CLARO QUE TU TAMBÉM ÉS UM DELES, POIS O TEU MODO DE FALAR TE DENUNCIA.”
L1.: 74Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse
instante o galo cantou. 75Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante,
tu me negarás três vezes”. E saindo dali, chorou amargamente. 27,1De manhã cedo, todos os
sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para
condená-lo à morte. 2Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador.
3Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as
trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, 4dizendo:
L2.: “Pequei, entregando à morte um homem inocente”.
L1.: Eles responderam:
T.: “O QUE TEMOS NÓS COM ISSO? O PROBLEMA É TEU”.
L1.: 5Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. 6Recolhendo as moedas, os
sumos sacerdotes disseram:
T.: “É CONTRA A LEI COLOCÁ-LAS NO TESOURO DO TEMPLO, PORQUE É PREÇO DE
SANGUE”.
L1.: 7Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer
o cemitério dos estrangeiros. 8É por isso que aquele campo até hoje é chamado de “Campo
de Sangue”. 9Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: “Eles pegaram as trinta
moedas de prata – preço do Precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram – 10e as
deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou!” 11Jesus foi posto
diante do governador, e este o interrogou:
L2.: “Tu és o rei dos judeus?”
L1.: Jesus declarou:
P.: “É como dizes”,
L1.: 12E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então
Pilatos perguntou:
L2.: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?”
L1.: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado.
15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse.
16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos
perguntou à multidão reunida:
L2.: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?”
L1.: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos
estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:
L2.: “Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa
dele”.
L1.: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem
Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar:
L2.: “Qual dos dois quereis que eu solte?”
L1.: Eles gritaram:
T.: “BARRABÁS”.
L1.: 22Pilatos perguntou:
L2.: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?”
L1.: Todos gritaram:
T.: “SEJA CRUCIFICADO!”
L1.: 23Pilatos falou:
L2.: “Mas, que mal ele fez?”
L1.: Eles, porém, gritaram com mais força:
T.: “SEJA CRUCIFICADO!”
L1.: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer
água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:
L2.: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!”
L1.: 25O povo todo respondeu:
T.: “QUE O SANGUE DELE CAIA SOBRE NÓS E SOBRE OS NOSSOS FILHOS. ”
L1.: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado.
27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram
toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho;
29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em
sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:
T.: “SALVE, REI DOS JUDEUS!”
L1.: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar
dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas.
Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão,
da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar
chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. 34Ali deram vinho misturado com
fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram
um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando
guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus,
o Rei dos Judeus”. 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à
esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça
e dizendo:
T.: 40“TU QUE IAS DESTRUIR O TEMPLO E CONSTRUÍ-LO DE NOVO EM TRÊS DIAS, SALVA-TE
A TI MESMO! SE ÉS O FILHO DE DEUS, DESCE DA CRUZ!”
L1.: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos,
também zombaram de Jesus:
T.: 42“A OUTROS SALVOU... A SI MESMO NÃO PODE SALVAR! É REI DE ISRAEL... DESÇA
AGORA DA CRUZ! E ACREDITAREMOS NELE. 43CONFIOU EM DEUS; QUE O LIVRE AGORA, SE
É QUE DEUS O AMA! JÁ QUE ELE DISSE: EU SOU O FILHO DE DEUS.”
L1.: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o
insultavam. 45Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra.
46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
P.: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”
L1.: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali
estavam, ouvindo-o, disseram:
T.: “ELE ESTÁ CHAMANDO ELIAS!”
L1.: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na
ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram:
T.: “DEIXA, VAMOS VER SE ELIAS VEM SALVÁ-LO!”
L1.: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
(Todos se ajoelham por um instante).
L1.: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra
tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos
ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade
Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele
guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito
medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!” 55Grande número de mulheres estava ali,
olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços.
56Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de
Zebedeu. 57Ao entardecer, veio um homem rico de Arimateia, chamado José, que também
se tornara discípulo de Jesus. 58Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos
mandou que lhe entregassem o corpo. 59José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol
limpo, 60e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida,
rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. 61Maria Madalena e
a outra Maria estavam ali sentadas, diante do sepulcro. 62No dia seguinte, como era o dia
depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos,
63e disseram:
T.: “SENHOR, NÓS NOS LEMBRAMOS DE QUE QUANDO ESTE IMPOSTOR AINDA ESTAVA
VIVO, DISSE: ‘DEPOIS DE TRÊS DIAS EU RESSUSCITAREI!’ 64PORTANTO, MANDA GUARDAR
O SEPULCRO ATÉ AO TERCEIRO DIA, PARA NÃO ACONTECER QUE OS DISCÍPULOS VENHAM
ROUBAR O CORPO E DIGAM AO POVO: ‘ELE RESSUSCITOU DOS MORTOS!’ POIS ESSA
ÚLTIMA IMPOSTURA SERIA PIOR DO QUE A PRIMEIRA.”
L1.: 65Pilatos respondeu:
L2.: “Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.”
L1.: 66Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram
guarda.
P.: Palavra da salvação.
T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR!
13. BREVE HOMILIA
14. PROFISSÃO DE FÉ
Creio em Deus Pai, todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único
Filho, nosso Senhor, (faz-se inclinação nas palavras destacadas) que foi concebido pelo
poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi
crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os
vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
15. ORAÇÃO DOS FIÉIS
P.: Irmãos e irmãs, seguindo a Cristo, que entra em Jerusalém para assumir o projeto salvífico
da Cruz, invoquemos confiantes, suplicando: Pela paixão do vosso Filho, escutai-nos, Senhor!
T.: PELA PAIXÃO DO VOSSO FILHO, ESCUTAI-NOS, SENHOR!
1) Para que, pastores e fiéis, reunidos em torno deste altar, celebrem com ânimo as festas
pascais que se aproximam, sendo purificados de tudo que obscurece a fé, enfraquece a
esperança e extingue a caridade, rezemos.
T.: PELA PAIXÃO DO VOSSO FILHO, ESCUTAI-NOS, SENHOR!
2) Por todos os fiéis, para que ao longo destes dias, recordando os mistérios da vida de Jesus
Cristo, possam renovar sua fé e sua disposição de testemunhar os valores evangélicos,
rezemos.
T.: PELA PAIXÃO DO VOSSO FILHO, ESCUTAI-NOS, SENHOR!
3) Por aqueles que vão receber os sacramentos da Iniciação à Vida Cristã, para que vivam
com alegria e entusiasmo este momento de maior união a Cristo, rezemos.
T.: PELA PAIXÃO DO VOSSO FILHO, ESCUTAI-NOS, SENHOR!
4) Por nossa comunidade, para que, acolhendo o Mistério da Cruz, viva com muita devoção
e fé a Semana Santa em busca de uma vida nova em Cristo Ressuscitado, rezemos.
T.: PELA PAIXÃO DO VOSSO FILHO, ESCUTAI-NOS, SENHOR!
(preces espontâneas):
P.: Acolhei, Senhor, essas preces dos vossos filhos e filhas, que desejam celebrar com
perseverança os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do vosso Filho, Jesus Cristo, que
convosco vive e reina para sempre.
T.: AMÉM.
LITURGIA EUCARÍSTICA
16. APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS – L.: Sl 68 | M.: Abadia da Ressurreição
R.: O INSULTO ME PARTIU O CORAÇÃO, NÃO SUPORTEI, DESFALECI DE TANTA DOR! EU
ESPEREI QUE ALGUÉM DE MIM TIVESSE PENA, MAS FOI EM VÃO, POIS A NINGUÉM PUDE
ENCONTRAR. PROCUREI QUEM ME ALIVIASSE E NÃO ACHEI! DERAM-ME FEL COMO SE
FOSSE UM ALIMENTO, EM MINHA SEDE OFERECERAM-ME VINAGRE!/ 1. Senhor, ouvi-me,
pois suave é vossa graça, ponde os olhos sobre mim com grande amor! Não oculteis a vossa
face ao vosso servo! Como eu sofro! Respondei-me bem depressa!/ 2. Pois nosso Deus
atende à prece dos seus pobres, e não despreza o clamor de seus cativos. Que céus e terra
glorifiquem o Senhor, com o mar e todo ser que nele vive.
17. P.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo
poderoso.
T.: RECEBA O SENHOR POR TUAS MÃOS ESTE SACRIFÍCIO, PARA GLÓRIA DO SEU NOME,
PARA NOSSO BEM E DE TODA A SUA SANTA IGREJA.
18. SOBRE AS OFERENDAS
P.: Pela paixão do vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor, a hora da nossa reconciliação;
concedei-nos, por este único e admirável sacrifício, a misericórdia que não merecemos por
nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: AMÉM.
19. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II – MR., p.537 – Prefácio da Paixão do Senhor – MR., p.226 – P.: Na
verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, Por Cristo, nosso Senhor. Inocente, dignou-se
sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte
apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação. Por isso, com todos os anjos,
nós vos louvamos em alegre celebração, cantando (dizendo) a uma só voz:
T.: SANTO, SANTO, SANTO...
P.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade. Santificai, pois, estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o
Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
T.: ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SANTO!
P.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
“TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”.
Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças
novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
“TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E
ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS
PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Mistério da fé!
T.: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO.
VINDE, SENHOR JESUS!
P.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos,
ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
T.: ACEITAI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA!
P.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos
reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
T.: O ESPÍRITO NOS UNA NUM SÓ CORPO!
P.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada
no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça
na caridade, em comunhão com o Papa Leão, com o nosso Bispo , os bispos do
mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
T.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA!
P.: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram
na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
T.: CONCEDEI-LHES, Ó SENHOR, A LUZ ETERNA!
P.: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia
ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a
vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por
todos os séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
20. RITO DA COMUNHÃO
21. CANTO DE COMUNHÃO – L. e M.: Pe. José Weber, SVD
R.: EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA, QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE./
1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor reconstrói a tua vida em comunhão com
teu irmão onde está o teu irmão, eu estou presente nele./ 2. Eu passei fazendo o bem, eu curei
todos os males. Hoje és minha presença junto a todo sofredor onde sofre o teu irmão, eu estou
sofrendo nele./ 3. Entreguei a minha vida pela salvação de todos. Reconstrói, protege a vida de
indefesos e inocentes onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele./ 4. Vim buscar e vim
salvar o que estava já perdido. Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança onde
salvas teu irmão, tu me estás salvando nele./ 5. Este pão, meu corpo e vida para a salvação do
mundo/ é presença e alimento nesta santa comunhão:/ onde está o teu irmão, eu estou também
com ele./ 6. Salvará a sua vida quem a perde, quem a doa./ Eu não deixo perecer nenhum
daqueles que são meus:/ onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele./ 7. Da ovelha
desgarrada eu me fiz o Bom Pastor./ Reconduz, acolhe e guia a quem de mim se extraviou:/
onde acolhes teu irmão, tu me acolhes, também, nele.
22. DEPOIS DA COMUNHÃO
P.: OREMOS: (breve silêncio) Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, Senhor:
como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos, pela sua
ressurreição, alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: AMÉM.
23. BREVES AVISOS
RITOS FINAIS
24. ORAÇÃO SOBRE O POVO E BÊNÇÃO FINAL – MR., p.226
P.: O Senhor esteja convosco.
T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
P. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.
P.: Olhai, Senhor, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo não hesitou
entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz. Ele, que vive e reina pelos
séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
P.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo desça sobre vós e
permaneça para sempre.
T.: AMÉM.
P. ou Diác.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
T.: GRAÇAS A DEUS.
LEITURAS DA SEMANA
Seg.: Is 42,1-7; Sl 26(27), 1.2.3.13-14; Jo 12,1-11;
Ter.: Is 49,1-6; Sl 70(71), 1-2.3-4a.5-6ab. 15 e 17; Jo 13,21-33.36-38;
Qua.: Is 50,4-9a; Sl 68(69), 8-10.21bcd-22.31 e 33-34; Mt 26,14-25;
Qui.: Ex 12,1-8.11-14; Sl 115(116B), 12-13.15-16bc.17-18; 1Cor 11,23-26; Jo 13,1-15. Missa da Ceia
do Senhor;
Sex.: Is 52,13-53,12; Sl 30(31), 2.6.12-13.15-16.17.25; Hb 4,14-16; 5,7-9; Jo 18,1-19,42. Paixão do
Senhor.
Ano LXI – CAMOCIM-CE, 22 de março de 2026. Nº 21
QUINTO DOMINGO DA QUARESMA
ANO A – São Mateus – Cor litúrgica: roxo
Formulário de Missa – MR., p.204-206
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026: “Fraternidade e Moradia”
A.: A Quaresma nos faz um convite constante à conversão, a uma verdadeira revisão de
vida, em que reconhecemos nossos erros e pedimos perdão. Devemos ser lentos para julgar
os outros e mais rápidos em reconhecer as nossas faltas. Na Eucaristia aprendemos a
percorrer esse caminho de humildade e união com Deus. Com piedade, iniciemos a Santa
Missa.
RITOS INICIAIS
1. CANTO DE ABERTURA – L.: MR., Sl 42 | M.: Pe. José Weber, SVD
R.: FAZEI JUSTIÇA, Ó MEU DEUS, E DEFENDEI-ME, CONTRA A GENTE IMPIEDOSA,
LIBERTAI-ME. E DO HOMEM PERVERSO E MENTIROSO, VINDE SALVAR-ME E PROTEGER
ME, Ó SENHOR./ 1. Enviai Vossa luz, Vossa verdade, elas serão o meu guia. Que me levem
ao Vosso monte santo até a Vossa morada./ 2. Então irei aos altares do Senhor, Deus da
minha alegria. Vosso louvor cantarei ao som da harpa, meu Senhor e meu Deus./ 3. Porque
te entristeces, minh’alma a gemer no meu peito? Espera em Deus, louvarei novamente, o
meu Deus Salvador.
2. SAUDAÇÃO INICIAL
P.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T.: AMÉM.
P.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
T.: BENDITO SEJA DEUS, QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO.
3. ATO PENITENCIAL
P.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós
somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo
nos necessitados da misericórdia do Pai. (breve silêncio)
P.: Confessemos os nossos pecados.
T.: CONFESSO A DEUS TODO-PODEROSO E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS, QUE PEQUEI MUITAS
VEZES POR PENSAMENTOS E PALAVRAS, ATOS E OMISSÕES, e, batendo no peito, dizer:
POR MINHA CULPA, MINHA CULPA, MINHA TÃO GRANDE CULPA. E PEÇO À VIRGEM
MARIA, AOS ANJOS E SANTOS E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS, QUE ROGUEIS POR MIM A
DEUS, NOSSO SENHOR.
P.: Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza
à vida eterna.
T.: AMÉM.
P.: Kýrie, eléison.
T.: KÝRIE, ELÉISON.
P.: Christe, eléison.
T.: CHRISTE, ELÉISON.
P.: Kýrie, eléison.
T.: KÝRIE, ELÉISON.
4. COLETA
P.: OREMOS: (breve silêncio) Senhor nosso Deus, dai-nos por vossa graça caminhar com
alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor
pelo mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e
reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
LITURGIA DA PALAVRA
A.: A Palavra de Deus nos convida a uma atitude de conversão e de mudança de vida.
Ouçamos atentamente as leituras de hoje.
5. PRIMEIRA LEITURA – Ez 37,12-14
Leitura da Profecia de Ezequiel.
12Assim fala o Senhor Deus: “Ó meu povo, vou abrir as vossas sepulturas e conduzir-vos
para a terra de Israel; 13e quando eu abrir as vossas sepulturas e vos fizer sair delas,
sabereis que eu sou o Senhor. 14Porei em vós o meu espírito, para que vivais e vos colocarei
em vossa terra. Então sabereis que eu, o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor”. Palavra
do Senhor.
T.: GRAÇAS A DEUS.
6. SALMO RESPONSORIAL – Salmo 129/130
R.: NO SENHOR TODA GRAÇA E REDENÇÃO!/ 1. Das profundezas eu clamo a Vós, Senhor,
escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece!/ 2. Se
levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o
perdão, eu vos temo e em vós espero./ 3. No Senhor ponho a minha esperança, espero em
sua palavra. A minh’alma espera no Senhor, mais que o vigia pela aurora./ 4. Espere Israel
pelo Senhor, mais que o vigia pela aurora. Pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa
redenção. Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa.
7. SEGUNDA LEITURA – Rm 8,8-11
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos: 8Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. 9Vós não viveis
segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se
alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. 10Se, porém, Cristo está em vós,
embora vosso corpo esteja ferido de morte por causa do pecado, vosso espírito está cheio
de vida, graças à justiça. 11E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos
mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará
também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós. Palavra do
Senhor.
T.: GRAÇAS A DEUS.
8. ACLAMAÇÃO
R.: GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO, VERBO DE DEUS./ V.: Eu sou a ressurreição, eu sou a vida.
Quem crê em mim não morrerá eternamente. (Jo 11,25a.26)
9. EVANGELHO – Jo 11,1-45 – A forma breve está destacada.
P.: O Senhor esteja convosco.
T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
P.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR!
Naquele tempo, 1havia um doente, Lázaro, que era de Betânia, o povoado de Maria e de
Marta, sua irmã. 2Maria era aquela que ungira o Senhor com perfume e enxugava os pés dele
com seus cabelos. O irmão dela, Lázaro, é que estava doente. 3As irmãs mandaram então
dizer a Jesus: “Senhor, aquele que amas está doente”. 4Ouvindo isto, Jesus disse: “Esta
doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja
glorificado por ela”. 5Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro.
6Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se
encontrava. 7Então, disse aos discípulos: “Vamos de novo à Judeia”. 8Os discípulos
disseram-lhe: “Mestre, ainda há pouco os judeus queriam apedrejar-te, e agora vais outra
vez para lá?” 9Jesus respondeu: “O dia não tem doze horas? Se alguém caminha de dia, não
tropeça, porque vê a luz deste mundo. 10Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque
lhe falta a luz”. 11Depois acrescentou: “O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou acordá-lo”.
12Os discípulos disseram: “Senhor, se ele dorme, vai ficar bom”. 13Jesus falava da morte de
Lázaro, mas os discípulos pensaram que falasse do sono mesmo. 14Então Jesus disse
abertamente: “Lázaro está morto. 15Mas por causa de vós, alegro-me por não ter estado lá,
para que creiais. Mas vamos para junto dele”. 16Então Tomé, cujo nome significa Gêmeo,
disse aos companheiros: “Vamos nós também para morrermos com ele”. 17Quando Jesus
chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. 18Betânia ficava a uns três
quilômetros de Jerusalém. 19Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as
consolar por causa do irmão. 20Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao
encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 21Então Marta disse a Jesus: “Senhor, se
tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22Mas mesmo assim, eu sei que o que
pedires a Deus, ele to concederá”. 23Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”. 24Disse
Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”. 25Então Jesus disse: “Eu
sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26E todo aquele
que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?” 27Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu
creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”. 28Depois de
ter dito isto, ela foi chamar a sua irmã, Maria, dizendo baixinho: “O Mestre está aí e te
chama”. 29Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus. 30Jesus
estava ainda fora do povoado, no mesmo lugar onde Marta se tinha encontrado com ele.
31Os judeus que estavam em casa consolando-a, quando a viram levantar-se depressa e sair,
foram atrás dela, pensando que fosse ao túmulo para ali chorar. 32Indo para o lugar onde
estava Jesus, quando o viu, caiu de joelhos diante dele e disse-lhe: “Senhor, se tivesses
estado aqui, o meu irmão não teria morrido”. 33Quando Jesus a viu chorar, e também os que
estavam com ela, estremeceu interiormente, ficou profundamente comovido, 34e
perguntou: “Onde o colocastes?” Responderam: “Vem ver, Senhor”. 35E Jesus chorou.
36Então os judeus disseram: “Vede como ele o amava!” 37Alguns deles, porém, diziam:
“Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não
morresse?” 38De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma
caverna, fechada com uma pedra. 39Disse Jesus: “Tirai a pedra!” Marta, a irmã do morto,
interveio: “Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias”. 40Jesus lhe respondeu: “Não
te disse que, se creres, verás a glória de Deus?” 41Tiraram então a pedra. Jesus levantou os
olhos para o alto e disse: “Pai, eu te dou graças porque me ouviste. 42Eu sei que sempre me
escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me
enviaste”. 43Tendo dito isso, exclamou com voz forte: “Lázaro, vem para fora!” 44O morto
saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então
Jesus lhes disse: “Desatai-o e deixai-o caminhar!” 45Então, muitos dos judeus que tinham
ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. Palavra da Salvação.
T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR.
10. HOMILIA
11. PROFISSÃO DE FÉ
Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único
Filho, nosso Senhor, (faz-se inclinação nas palavras destacadas) que foi concebido pelo
poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi
crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar
os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos
santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. AMÉM.
12. ORAÇÃO DOS FIÉIS
P.: Irmãos e irmãs, aproximando-se as festas pascais, desejamos caminhar com
perseverança e alegria, celebrando a vida que provém de Deus, apresentemos as nossas
preces, rezando: Senhor da vida, ouvi-nos.
T.: SENHOR DA VIDA, OUVI-NOS!
1) Pela Igreja, comprometida com o anúncio da vitória de Cristo sobre a morte, para que
possa, envolvida pela graça do Espírito Santo, continuar realizando sua missão junto aos
mais necessitados e excluídos, rezemos.
T.: SENHOR DA VIDA, OUVI-NOS!
2) Por todos os que sofrem com a fome, com as guerras, com a falta de moradia, de
trabalho e tem sua dignidade ferida, para que as práticas quaresmais nos leve a estar
próximos deles, com gestos de transformação da realidade em que vivem, rezemos.
T.: SENHOR DA VIDA, OUVI-NOS!
3) Por nossa comunidade paroquial, para que possa ajudar e consolar aqueles que choram
e sofrem a perda de seus entes queridos, para que no encontro comunitário, renovem suas
convicções em torno da ressurreição, rezemos
T.: SENHOR DA VIDA, OUVI-NOS!
4) Por todos nós aqui reunidos, para que a Eucaristia nos ensine a não julgar, nem condenar
o nosso irmão, rezemos.
T.: SENHOR DA VIDA, OUVI-NOS!
(preces espontâneas):
P.: Deus da vida, que, celebrando a ressurreição de Lázaro, possamos renovar nossa fé na
Ressurreição e, assim, testemunhar os frutos da vida nova, manifestada pelo vosso Filho, o
Cristo, que convosco vive e reina para sempre.
T.: AMÉM.
LITURGIA EUCARÍSTICA
13. APRESENTAÇÃO DOS DONS – L.: LH | M.: Pe. Ney Brasil
R.: ESTE SACRIFÍCIO DE LOUVOR ACEITAI BENIGNAMENTE, SENHOR./ 1. Que poderei
retribuir ao senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor./ 2. Elevo o cálice da
minha salvação,/ invocando o nome santo do Senhor./ 3. Vou cumprir minhas promessas
ao Senhor,/ na presença de seu povo reunido.
14. P.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família reunida em nome de Cristo, possa
oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
T.: RECEBA O SENHOR POR TUAS MÃOS ESTE SACRIFÍCIO, PARA GLÓRIA DO SEU NOME,
PARA NOSSO BEM E DE TODA A SUA SANTA IGREJA.
15. SOBRE AS OFERENDAS
P.: Ouvi-nos, Deus todo-poderoso, e concedei que vossos fiéis, impregnados dos
ensinamentos da fé cristã, sejam purificados pela ação deste sacrifício. Por Cristo, nosso
Senhor.
T.: AMÉM.
16. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III – MR., p.545 – Prefácio: Lázaro – MR., p.204-205
P.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo
o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, Por Cristo, nosso Senhor. Sendo
ele verdadeiro homem, chorou o amigo Lázaro e, Deus eterno, do túmulo o tirou.
Compadecido da humanidade, leva-nos à vida nova pelos mistérios pascais. Enquanto
esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos,
cantando (dizendo) a uma só voz:
T.: SANTO, SANTO, SANTO...
P.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso
louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo,
dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos
ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito. Por isso, ó Pai, nós
vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para
serem consagradas a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso
Senhor Jesus Cristo, que nos mandou celebrar estes mistérios.
T.: ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SANTO!
P.: Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de
graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
“TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”.
Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção
de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:
“TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E
ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS
PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Mistério da fé para a salvação do mundo!
T.: SALVADOR DO MUNDO, SALVAI-NOS, VÓS QUE NOS LIBERTASTES PELA CRUZ E
RESSURREIÇÃO!
P.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa
ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos
em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
T.: ACEITAI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA!
P.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos
reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso
Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
T.: O ESPÍRITO NOS UNA NUM SÓ CORPO!
P.: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança
com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os
vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os
Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
T.: FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA!
P.: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a
salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste
mundo com o vosso servo o Papa Leão e o nosso Bispo , com os bispos do
mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós,
Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
T.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA!
P.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e
todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar
nos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem
e toda graça.
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito
Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
T.: AMÉM.
17. RITO DA COMUNHÃO
18. CANTO DE COMUNHÃO – Jo 11,26 e Sl 62 | M.: Pe. José Weber, SVD
R.: TODO O QUE VIVE E CRÊ EM MIM, NÃO MORRERÁ ETERNAMENTE!/ 1. Sois vós, ó
Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós,
como terra sedenta e sem água!/ 2. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus
lábios vos louvam. Quero, pois, vos louvar pela vida e elevar para vós minhas mãos!/ 3. A
minh’alma será saciada, como em grande banquete de festa; cantará a alegria em meus
lábios, ao cantar para vós meu louvor!/ 4. Para mim fostes sempre um socorro; de vossas
asas à sombra eu exulto! Minha alma se agarra em vós; com poder vossa mão me sustenta.
19. DEPOIS DA COMUNHÃO
P.: OREMOS: (breve silêncio) Concedei, ó Deus todo-poderoso, que sejamos sempre
contados entre os membros de Cristo, cujo Corpo e Sangue comungamos. Por Cristo,
nosso Senhor.
T.: AMÉM.
20. ORAÇÃO VOCACIONAL
P.: REZEMOS JUNTOS: Nós vos rogamos, ó Bom Jesus: enviai operários para a vossa
messe, pois a messe é grande e os operários são poucos. Olhai nossas necessidades e dai
nos religiosos e religiosas dedicados, santos sacerdotes para pastorear o vosso povo e
famílias zelosas e generosas. Maria, Mãe e Rainha das vocações, rogai por nós.
T.: AMÉM.
21. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026
Deus, nosso Pai, em Jesus, vosso Filho, viestes morar entre nós e nos ensinastes o valor da
dignidade humana. Nós vos agradecemos por todas as pessoas e grupos que, sob o impulso
do Espírito Santo, se empenham em prol da moradia digna para todos. Nós vos suplicamos:
dai-nos a graça da conversão, para ajudarmos a construir uma sociedade mais justa e
fraterna, com terra, teto e trabalho para todas as pessoas, a fim de, um dia, habitarmos
convosco, a casa do Céu. AMÉM.
RITOS FINAIS
22. BREVES AVISOS
23. ORAÇÃO SOBRE O POVO E BÊNÇÃO FINAL – MR., p.206
P.: O Senhor esteja convosco.
T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
P. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.
P.: Abençoai, Senhor, o vosso povo que espera o dom da vossa bondade e realizai os
desejos que foram inspirados pela vossa generosidade. Por Cristo nosso Senhor.
T.: AMÉM.
P.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo desça sobre vós e
permaneça para sempre.
T.: AMÉM.
P. ou Diác.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
T.: GRAÇAS A DEUS.
LEITURAS DA SEMANA
Seg.: Dn 13,1-9.15-17.19-30.33-62 ou mais breve: Dn 13,41c-62; Sl 22(23), 1-3a.3b-4.5.6;
Jo 8,1-11; Ter.: Nm 21,4-9; Sl 101(102), 2-3.16-18.19-21; Jo 8,21-30; Qua.: Is 7,10-14;8,10;
Sl 39(40), 7-8a.8b-9.10,11; Hb 10,4-10; Lc 1,26-38. Anunciação do Senhor, Solenidade; Qui.:
Gn 17,3-9; Sl 104 (105), 4-5.6-7.8-9; Jo 8,51-59; Sex.: Jr 20,10-13; Sl 17 (18), 2-3a.3bc-4.5-6.7;
Jo 10,31-42; Sáb.: Ez 37,21-28; Cant.: Jr 31,10.11-12ab.13; Jo 11,45-56.