sábado, 29 de agosto de 2026

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 Ano LXI – CAMOCIM-CE, 30 de agosto de 2026. Nº 48 VIGÉSIMO SEGUNDO DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO A – São Mateus – Cor litúrgica: verde Formulário de Missa – MR., p.404 MÊS VOCACIONAL Dia Nacional do Catequista A.: O cristão não pode viver no egoísmo, preocupado apenas em concretizar os seus sonhos pessoais, os seus projetos de riqueza, de segurança, de bem-estar, de domínio ou de sucesso. O cristão deve fazer da sua vida um dom generoso a Deus e aos irmãos, à imitação do próprio Jesus que se entregou por amor na cruz. Nesta Eucaristia, louvamos a Deus por todos os catequistas de nossa Arquidiocese, que se dedicam na evangelização de tantas crianças, jovens e adultos. Entoemos com alegria, o canto de abertura, iniciando nossa Santa Missa. RITOS INICIAIS 1.CANTO DE ABERTURA – L.: Sl 85 | M.: Pe. José Weber, SVD R.: Ó, SENHOR, VÓS SOIS BOM E CLEMENTE. SOIS PERDÃO PARA QUEM VOS INVOCA./ 1. Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Animai e alegrai vosso servo, pois a vós eu elevo a minh’alma./ 2. Ensinai-me os vossos caminhos, e na vossa verdade andarei; meu coração orientai para vós: que respeite, Senhor, vosso nome!/ 3. Dou-vos graças com toda a minh’alma, sem cessar louvarei vosso nome! Vosso amor para mim foi imenso: retirai-me do abismo da morte! 2. SAUDAÇÃO INICIAL P.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T.: AMÉM. P.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. T.: BENDITO SEJA DEUS, QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO. 3. ATO PENITENCIAL P.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo nos necessitados da misericórdia do Pai. (breve silêncio) P.: Confessemos os nossos pecados: T.: CONFESSO A DEUS TODO-PODEROSO E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS, QUE PEQUEI MUITAS VEZES POR PENSAMENTOS E PALAVRAS, ATOS E OMISSÕES, e, batendo no peito, dizer: POR MINHA CULPA, MINHA CULPA, MINHA TÃO GRANDE CULPA. E PEÇO À VIRGEM MARIA, AOS ANJOS E SANTOS E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS, QUE ROGUEIS POR MIM A DEUS, NOSSO SENHOR. P.: Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. T.: AMÉM. P.: Kýrie, eléison. T.: KÝRIE, ELÉISON. P.: Christe, eléison. T.: CHRISTE, ELÉISON. P.: Kýrie, eléison. T.: KÝRIE, ELÉISON. 4. HINO DO GLÓRIA Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. AMÉM. 5. COLETA P.: OREMOS: (breve silêncio) Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. LITURGIA DA PALAVRA A.: Pela Palavra de Deus somos convidados a perceber que a vida definitiva passa pelo amor total e pelo dom a Deus e aos outros. Ouçamos com atenção. 6. PRIMEIRA LEITURA – Jr 20,7-9 Leitura do Livro do Profeta Jeremias. 7Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim. 8Todas as vezes que falo, levanto a voz, clamando contra a maldade e invocando calamidades; a palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro. 9Disse comigo: “Não quero mais lembrar me disso nem falar mais em nome dele”. Senti, então, dentro de mim um fogo ardente a penetrar-me o corpo todo: desfaleci, sem forças para suportar. Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 7. SALMO RESPONSORIAL – Salmo 62/63 R.: A MINH’ALMA TEM SEDE DE VÓS, COMO A TERRA SEDENTA, Ó MEU DEUS!/ 1. Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora, ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós, minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água!/ 2. Venho, assim, contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus lábios vos louvam./ 3. Quero, pois, vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! A minh’alma será saciada, como em grande banquete de festa, cantará a alegria em meus lábios, ao cantar para vós meu louvor!/ 4. Para mim fostes sempre um socorro; de vossas asas à sombra eu exulto! Minha alma se agarra em vós; com poder vossa mão me sustenta. 8. SEGUNDA LEITURA – Rm 12,1-2 Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos. 1Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: Este é o vosso culto espiritual. 2Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito. Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 9. ACLAMAÇÃO R.: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA./ V.: Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou, como herança! (Ef 1,17-18) 10. EVANGELHO – Mt 16,21-27 P.: O Senhor esteja convosco. T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. P.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! P.: Naquele tempo, 21Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. 22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” 23Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse: “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!” 24Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 26De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os Seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”. Palavra da Salvação. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! 11. HOMILIA 12. PROFISSÃO DE FÉ Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, (faz-se inclinação nas palavras destacadas) que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. AMÉM. 13. ORAÇÃO DOS FIÉIS P.: Irmãos, peçamos a Deus Pai que escute as nossas preces e, segundo a sua bondade, atenda aos nossos pedidos, dizendo: Nós vos rogamos, ouvi-nos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. 1) Pela Igreja do Senhor, para que não perca a coragem e ardor evangélico diante das perseguições, mas se espelhe em Cristo Jesus, rezemos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. 2) Pelos governantes do nosso país, para que realizem políticas públicas, em vista do bem comum e atendam às necessidades de todos os cidadãos, rezemos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. 3) Por todos os que sofrem por causa do mal cometido por parte de membros da comunidade eclesial, para que encontrem, na própria Igreja, uma resposta concreta às suas dores e aos seus sofrimentos, rezemos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. 4) Por nós, para que, participando de modo consciente e frutuoso desta liturgia, aprendamos a seguir o Cristo crucificado e ressuscitado, e nele encontremos nossa esperança e alegria, rezemos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. 5) Por todos os catequistas de nossa paróquia, para que perseverem na vocação de evangelizar e permaneçam fiéis a verdadeira doutrina católica, livre de erros e ideologias contrárias a fé e a unidade, rezemos. T.: NÓS VOS ROGAMOS, OUVI-NOS. (preces espontâneas): P.: Concedei, ó Deus que, pela força da vossa Palavra, saibamos seguir a Jesus no caminho da cruz e sejamos revivificados pela sua ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. LITURGIA EUCARÍSTICA 14. APRESENTAÇÃO DOS DONS – L. Pe. Josmar Braga | M. Pe. José Alves R.: SENHOR, MEU DEUS, OBRIGADO, SENHOR, PORQUE TUDO É TEU./ 1. É teu o pão que oferecemos, é tua a vida que vivemos: obrigado, Senhor./ 2. É teu o vinho que ofertamos, é tua a dor que suportamos: obrigado, Senhor./ 3. A tua vida é nossa vida, na tua casa recebida: obrigado, Senhor./ 4. Na tua cruz crucificados, seremos teus ressuscitados: obrigado, Senhor. 15. P.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo poderoso. T.: RECEBA O SENHOR POR TUAS MÃOS ESTE SACRIFÍCIO, PARA A GLÓRIA DO SEU NOME, PARA NOSSO BEM E DE TODA A SUA SANTA IGREJA. 16. SOBRE AS OFERENDAS P.: Este santo sacrifício, Senhor, nos traga a perene bênção da salvação e vosso poder leve à plenitude o que celebramos no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. 17. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III – MR., p.545 – Prefácio dos Domingos do Tempo Comum IV – MR., p.477 P.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nascendo, ele renovou a antiga condição humana; sofrendo a paixão, apagou nossos pecados; ressurgindo dos mortos, concedeu-nos vida eterna; subindo a vós, ó Pai, abriu-nos as portas do céu. Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: T.: SANTO, SANTO, SANTO... P.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito. Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que nos mandou celebrar estes mistérios. T.: ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SANTO! P.: Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”. Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Mistério da fé para a salvação do mundo! T.: SALVADOR DO MUNDO, SALVAI-NOS, VÓS QUE NOS LIBERTASTES PELA CRUZ E RESSURREIÇÃO. P.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. T.: ACEITAI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA! Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito. T.: O ESPÍRITO NOS UNA NUM SÓ CORPO! P.: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença. T.: FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA! P.: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Leão e o nosso Bispo Paulo Cezar, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro. T.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA! P.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar nos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. 18. RITO DA COMUNHÃO 19. CANTO DE COMUNHÃO – L.: Mt 16,24, Sl 62/63 | M.: Pe. José Weber, SVD R.: SE ALGUÉM QUISER ME SEGUIR, QUE NEGUE A SI MESMO E VENHA! TOME A CRUZ CADA DIA E ME SIGA. TOME A CRUZ CADA DIA E ME SIGA./ 1. Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora, ansioso, vos busco! A minh'alma tem sede de Deus como terra sedenta e sem água./ 2. Venho, assim, contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus lábios vos louvam./ 3. Quero, pois, vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! Minha alma será saciada como em grande banquete de festa./ 4. Cantará a alegria em meus lábios, ao cantar para vós meu louvor! Para mim, fostes sempre um socorro; com poder vossa mão me sustenta. 20. DEPOIS DA COMUNHÃO P.: OREMOS: (breve silêncio) Revigorados pelo pão da mesa celeste nós vos pedimos, Senhor, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir nos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. 21. ORAÇÃO VOCACIONAL P.: REZEMOS JUNTOS: Nós vos rogamos, ó Bom Jesus: enviai operários para a vossa messe, pois a messe é grande e os operários são poucos. Olhai nossas necessidades e dai nos religiosos e religiosas dedicados, santos sacerdotes para pastorear o vosso povo e famílias zelosas e generosas. Maria, Mãe e Rainha das vocações, rogai por nós. AMÉM. RITOS FINAIS 22. BREVES AVISOS 23. BÊNÇÃO FINAL LEITURAS DA SEMANA Seg.: 1Cor 2,1-5; Sl 118(119), 97.98.99.100.101.102; Lc 4,16-30; Ter.: 1Cor 2,10b-16; Sl 144(145), 8-9.10-11.12-13ab.13cd-14; Lc 4,31-37; Qua.: 1Cor 3,1-9; Sl 32(33), 12-13.14-15.20-21; Lc 4,38-44; Qui.: 1Cor 3,18-23; Sl 23(24), 1-2.3-4ab.5-6; Lc 5,1-11. São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja, Mem.; Sex.: 1Cor 4,1-5; Sl 36(37), 3-4.5-6.27-28.39-40; Lc 5,33-39; Sáb.: 1Cor 4,6b-15; Sl 144(145), 17-18.19-20.21; Lc 6,1-5

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“Por que ele está tão quieto, tão incandescente?”

“Você escolheu ver”, – ele respondeu. – “Fique satisfeito com isso. Apenas continue olhando”.

Quando olhei novamente, outro garoto entrou na caverna a uma velocidade vertiginosa. Ele também era do Oratório.

Mais assustado do que nunca, perguntei ao meu guia: — “Quando esses meninos estão correndo para esta caverna, eles não sabem para onde estão indo?

“Eles certamente sabem. Eles foram advertidos mil vezes, mas ainda sim optaram por se jogar ao fogo porque eles não detestam o pecado e tem preguiça em abandoná-lo. Além disso, eles desprezam e rejeitam os incessantes e misericordiosos convites de Deus para fazer penitência. Assim provocada, a Divina Justiça os persegue, os persegue e os estimula para que não possam parar até chegarem a este lugar “.

“Oh, quão miserável esses garotos infelizes devem se sentir ao saber que não têm mais nenhuma esperança”, – exclamei.

“Se você realmente quer saber sua loucura e fúria íntimas, chegue um pouco mais perto”, – observou meu guia.

Fui alguns passos para a frente e vi que muitos desses pobres infelizes se espancavam furiosamente como cães loucos. Outros estavam arranhando seus próprios rostos e mãos, arrancando sua própria carne e a jogando com toda violência. Naquele momento, todo o teto da caverna tornou-se tão transparente como o cristal e revelou um pedaço do céu e seus companheiros radiante seguros por toda a eternidade.

Os pobres miseráveis, furiosos e ofegantes de inveja, queimavam de raiva porque haviam ridicularizado os justos em vida.

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“ O ímpio o verá, e se entristecerá; rangerá os dentes, e se consumirá; o desejo dos ímpios perecerá.” (Salmo 111: 10).

Spendthrifts running through the wood of the suicides, Gustave Doré (1861)

“Por que não ouço nada?” – Perguntei ao meu guia.

“Chegue mais perto!” – ele aconselhou.

Pressionando minha orelha contra a janela de cristal, ouvi gritos e soluços, blasfêmias e xingamentos contra os santos. Foi um tumulto de vozes e gritos, estridente e confuso.

“Tais são os cantos lúgubres que devem ecoar aqui durante a eternidade. Mas seus gritos, seus esforços e seus gritos são todos em vão.”

“ Toda a força da miséria virá sobres eles.”(Jó 20:22).

“Aqui, o tempo não existe mais. Aqui existe apenas a eternidade”.

Enquanto eu via a condição de muitos dos meus meninos em pleno terror, um pensamento me aconteceu de repente.

“Como esses meninos podem ser condenados?” – Eu perguntei. – “Ontem à noite eles ainda estavam vivos no Oratório!”

“Os meninos que você vê aqui”, – ele respondeu, – “estão todos mortos para a graça de Deus. Se eles morressem agora ou se persistissem em seus maus caminhos, eles seriam condenados. Mas estamos perdendo o tempo. Vamos continuar”.

Ele me conduziu e passamos por um corredor para uma caverna inferior, em cuja entrada eu li: “porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará” (Isaías 66:24).

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Nesta caverna inferior novamente vi os meninos do Oratório que haviam caído no forno de fogo. Eu me aproximei deles e notei que eles estavam todos cobertos de vermes e insetos que roíam seus órgãos vitais, corações, olhos, mãos, pernas e corpos inteiros tão ferozmente que desafiam a descrição. Desamparados e imóveis, eram presa de todo tipo de tormento.

Esperando poder falar com eles ou ouvir algo deles, cheguei ainda mais perto, mas ninguém falou nem olhou para mim. Então, perguntei ao meu guia por que, e ele explicou que os condenados estão totalmente privados de liberdade. Cada um deve suportar completamente seu próprio castigo, sem absolutamente nenhuma ajuda.

Aqui, podia-se ver como era atroz o remorso daqueles que haviam sido alunos em nossas escolas. Como era um tormento para eles lembrar cada pecado imperdoável e seu justo castigo, os inúmeros e até extraordinários meios que eles tinham para consertar seus caminhos, perseverar na virtude e ganhar o paraíso e sua falta de resposta aos muitos favores prometidos e concedidos pela Virgem Maria. Que tortura para eles pensar que poderiam ter sido salvos tão facilmente, mas agora estão irremediavelmente perdidos e lembrar as muitas boas resoluções feitas e nunca mantidas. O inferno é realmente pavimentado com boas intenções!

“E agora”, – acrescentou, – “você também deve entrar naquela caverna”.

“Ah não!” – Eu objetei com terror. – “Antes de ir ao inferno, alguém deve ser julgado. Ainda não fui julgado, então não irei ao inferno!”

“Ouça”, – ele disse, – “o que você prefere fazer: visitar o inferno e salvar seus meninos ou ficar fora e deixá-los em agonia?”

Por um momento, fiquei sem palavras. — “Claro, eu amo meus meninos e desejo salvá-los todos”, – respondi, – “mas não há outra saída?”

“Sim, há um caminho”,– ele prosseguiu, – “desde que você faça tudo o que puder”.

Respirei com mais facilidade e instantaneamente disse: — “Não me importo de ficar se eu puder resgatar esses amados filhos de tais tormentos”.

“Entre por aqui”, – continuou meu amigo, – “e veja como nosso Deus bom e poderoso oferece amorosamente mil meios para guiar os seus meninos à penitência e salvando-os da morte eterna”.

Ao pegar minha mão, ele me levou até a caverna. Quando entrei, encontrei-me de repente transportado para um magnífico salão cujas portas de vidro cortadas ocultavam mais entradas.

Acima de uma delas, li esta inscrição: o Sexto Mandamento. Apontando para isso, meu guia exclamou: — “Transgressões a este mandamento causaram a eterna ruína de muitos meninos”.

“Eles não foram se confessar?”

“Sim, o fizeram, mas omitiram ou insuficientemente confessaram os pecados contra a bela virtude da pureza. Outros meninos podem ter caído nesse pecado, mas em sua infantilidade e vergonha nunca confessaram ou fizeram isso de forma insuficiente. Outros não lamentavam real ou sinceramente em sua determinação de evitá-la no futuro. Havia mesmo alguns que, ao invés de examinar sua consciência, passaram seu tempo tentando descobrir a melhor forma de enganar seu confessor. Qualquer um que morra neste estado de espírito escolhe estar entre os condenados , e assim ele está condenado por toda a eternidade. Apenas aqueles que morrerem verdadeiramente arrependidos serão eternamente felizes. Agora, você quer ver por que nosso Deus misericordioso trouxe você aqui?”

Ele levantou a cortina e vi um grupo de meninos do Oratório — todos conhecidos por mim — que estavam lá por causa deste pecado. Entre eles estavam alguns cuja conduta parecia ser boa.

“Agora você certamente me deixará anotar seus nomes para que eu possa avisá-los individualmente”, – exclamou.

“Não será necessário!”

“Então, o que você sugere dizer a eles?”

“Sempre pregue contra a imodéstia. Tenha em mente que, mesmo que você os corrigisse individualmente, eles prometeriam, mas não sempre de coração. Para uma resolução firme, é preciso a graça de Deus, que não será negada aos seus meninos se eles orarem. Deus manifesta o Seu poder, especialmente por ser misericordioso e perdoador. Por sua parte, reze e faça sacrifícios. Quanto aos meninos, deixe-os ouvir suas correções e consulte suas consciências. Isso lhes dirá o que fazer “.

“Posso mencionar todas essas coisas aos meus meninos?”

“Sim, você pode dizer o que quer que você lembre.”

“Que conselho devo dar para protegê-los de tal tragédia?”

“Continue dizendo-lhes que obedecendo a Deus, a Igreja, seus pais e seus superiores, mesmo nas pequenas coisas, serão salvos. Avise-os contra a ociosidade. Diga-lhes que se mantenham ocupados em todos os momentos para que o diabo não tenha chance para tentá-los. “

The Seven Corporal Works Of Mercy, David Teniers the Younger

Inclinei a cabeça e prometi. Fraco pela consternação, eu só podia murmurar: — “Obrigado por ter sido tão bom comigo. Agora, me leve para fora daqui”.

“Tudo bem, então, venha comigo”.

Encorajadoramente, ele pegou minha mão e me levantou porque eu mal conseguia fazê-lo. Saindo daquele salão, em pouco tempo nós voltamos pelo horrível pátio e pelo longo corredor. Mas, assim que atravessamos o último portal de bronze, ele se virou para mim e disse:

“Agora que você viu o que os outros sofrem, você também deve experimentar um toque do inferno.”

“Não, não!” Gritei aterrorizado.

Ele insistiu, mas eu continuei recusando.

“Não tenha medo”, – ele me disse; – “apenas tente. Toque nesta parede.”

Não consegui reunir coragem suficiente e tentei fugir, mas ele me segurou de volta. — “Experimente”, – ele insistiu. Agarrando meu braço firmemente, ele me puxou para a parede. — “Apenas um toque”, – ele ordenou, – “para que você possa dizer que você viu e tocou as paredes do sofrimento eterno e que você pode entender o que o último muro deve ser como se o primeiro fosse tão insuportável. Olhe para este muro!”

Eu o fiz com atenção. Parecia incrivelmente grosso. — “Há mil paredes entre esta e o fogo real do inferno”, – continuou meu guia. – “Mil paredes as englobam, cada uma mil medidas grossas e igualmente distantes uma da outra. Cada medida são mil milhas. Esse muro, portanto, está há milhões e milhões de quilômetros do fogo real do inferno. É apenas uma borda remota de próprio inferno.”

Quando ele disse isso, instintivamente fui para trás, mas ele agarrou minha mão, abriu-a e apertou-a contra a primeira das mil paredes. A sensação era tão excruciante que eu acordei com um grito e me encontrei sentado na cama. Minha mão estava ardendo, e eu continuava esfregando-a para aliviar a dor. Quando levantei esta manhã, notei que estava inchada. Ter minha mão pressionada contra a parede, embora apenas em um sonho, foi tão real que, mais tarde, a pele da minha palma descascou.

Tenha em mente que tentei não assustar-vos muito, e por isso não descrevi essas coisas com todo o seu horror quanto as vi e me impressionaram. Sabemos que Nosso Senhor sempre retratou o Inferno em símbolos porque, se ele o descrevesse como realmente é, não o teríamos entendido. Nenhum mortal pode compreender essas coisas. O Senhor conhece-os, e Ele os revela a quem Ele quiser.