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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
Crer em Jesus ajuda na conversão 0802
Salvai-nos, Senhor nosso Deus, e do meio das nações nos congregai, para ao vosso nome agradecer e para termos nossa glória em vos louvar! (Sl 105,47)
Jesus, o “grande pastor das ovelhas”, está de prontidão para apresentar ao Pai celeste nossas boas obras. Em nosso Senhor, que é cheio de compaixão pelos mais vulneráveis, depositemos toda a nossa confiança. A ele demos “glória pelos séculos dos séculos”.
Primeira Leitura: Hebreus 13,15-17.20-21
Leitura da carta aos Hebreus – Irmãos, 15por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome. 16Não vos esqueçais das boas ações e da comunhão, pois esses são os sacrifícios que agradam a Deus. 17Obedecei aos vossos líderes e segui suas orientações, porque eles cuidam de vós como quem há de prestar contas. Que possam fazê-lo com alegria e não com queixas, que não seriam coisa boa para vós. 20O Deus da paz, que fez subir dentre os mortos aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna, o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, 21vos torne aptos a todo bem, para fazerdes a sua vontade; que ele realize em nós o que lhe é agradável, por Jesus Cristo, ao qual seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém! – Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial: 22(23)
O Senhor é o pastor que me conduz, / não me falta coisa alguma.
1. O Senhor é o pastor que me conduz; / não me falta coisa alguma. / Pelos prados e campinas verdejantes / ele me leva a descansar. / Para as águas repousantes me encaminha / e restaura as minhas forças. – R.
2. Ele me guia no caminho mais seguro, / pela honra do seu nome. / Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, / nenhum mal eu temerei. / Estais comigo com bastão e com cajado, / eles me dão a segurança! – R.
3. Preparais à minha frente uma mesa, / bem à vista do inimigo; / com óleo vós ungis minha cabeça, / e o meu cálice transborda. – R.
4. Felicidade e todo bem hão de seguir-me / por toda a minha vida; / e na casa do Senhor habitarei / pelos tempos infinitos. – R.
Evangelho: Marcos 6,30-34
Aleluia, aleluia, aleluia.
Minhas ovelhas escutam minha voz, / eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27). – R.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo, que não tinham tempo nem para comer. 32Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé e chegaram lá antes deles. 34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. – Palavra da salvação.
Reflexão:
Hoje estão na moda os “influenciadores”. O problema é que muitos desses líderes influenciam negativamente as pessoas e acabam por dispersá-las com tantas doutrinas distintas entre si e às vezes contraditórias. Um cristão nunca deveria definir-se como “influenciador”. Ao contrário, deve caracterizar-se como “evangelizador”, um anunciador do Evangelho e de Cristo, não de si mesmo. Cristo jamais se definiu como líder ou influenciador, mas disse ser o Bom Pastor, aquele que sente compaixão e cuida de suas ovelhas. Aquele que, negando o próprio descanso, conduz as ovelhas para descansar em verdes prados. O cristão não necessita de líderes que o influenciem. Necessita percorrer o caminho que conduz a Cristo, o Bom Pastor, Palavra viva que instrui a humanidade. A própria Igreja é uma rede tecida pela comunhão eucarística, onde a união não se baseia nos likes, mas na verdade, no amém com que cada um adere ao corpo de Cristo, acolhendo os outros”.
(Dia a Dia com o Evangelho 2025
Then Jesus called the twelve and began to send them out two by two, giving them authority over unclean spirits.
Then Jesus called the twelve and began to send them out two by two, giving them authority over unclean spirits. 8 He instructed them to take nothing for their journey except a staff; no bread, no bag, and no money in their belts. 9 He ordered them to wear sandals and not to wear two tunics. 10 And Jesus said to them, “When you enter a house, stay there until you leave. 11 If anyone will not welcome you or listen to you, when you leave, shake the dust off your feet as a testimony against them.” 12 Then the twelve went out and preached that everyone should repent. 13 They drove out many demons and anointed many sick people with oil, healing them.
—The Word of the Lord.
Reflection
1. Preparing disciples and sending them on mission is a sign of Jesus’ universal and salvific interest, who wanted to form those who would continue his mission in the world, once they had become participants in this project. It was the Lord’s will to use human mediation ever since he chose to become incarnate. Each disciple is invited to be in solidarity with Christ in the mission and its consequences. To do so, they needed to firmly maintain the perspective of the Kingdom of God, of the condition of servants, to free themselves from the temptation to form disciples for themselves and to remain on the path traced by Jesus.
2. The disciple is chosen, prepared and sent by the initiative of Jesus Christ to carry out the same mission, with the same power, in the same condition of servant and with the same purpose. The dignity of the disciple lies in being a disciple forever, totally free and available for the evangelizing mission and to live a profound intimacy with the Master. The greater the intimacy, the greater the depth.
3. The disciple should have no other wealth than Christ. His treasure is the Lord himself, his mission and teachings. The Word of God and communion with Him must fill the entire life of the disciple and stimulate him, making him fervent in the evangelizing ministry. The more detached a person is, the more capable he will be of being a disciple. Availability requires detachment and total surrender of oneself to the mission of Christ.
4. The gesture of the sandals indicates the seriousness of the mission. The time of decision has come. Opting for the Kingdom of God in Jesus Christ is extremely necessary for salvation. The New and Eternal Covenant is given through Him. He is the one to whom the entire Old Testament and all humanity tend. Without Christ, salvation for creation is impossible. To deny Jesus Christ is the same as denying the entire salvific plan of God. In other words: it is to deny God himself. Shaking the dust off one's sandals is a testimony of one's awareness of the truth of what one preaches against those who cannot see the Light that shines in the world for everyone.
5. Today, more than ever, the world needs men and women who are passionate about Christ and His Church, in order to carry out true discipleship. To do this, knowledge of the Word, freedom from all forms of dependence, the desire to carry out the mission in Jesus’ way, and availability are essential. Will there be persecution? Certainly. But let us not forget that the greatest battle of our lives is against our own wills. How can we overcome them? By submitting ourselves, clearly, to the will of God.
A big and affectionate hug.
Orações pelas almas do Purgatório
Rezar pelas almas do purgatório é TÃO importante!
A Igreja dedica o mês de Novembro às santas almas do purgatório. E encoraja os fiéis a oferecerem orações, indulgências, penitências e/ou esmolas por estas almas sofredoras que não podem ajudar a si mesmas.
O Catecismo da Igreja Católica ensina:
“Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não de todo purificados, embora seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrar na alegria do céu”. (CIC 1030)
“Esta doutrina apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, de que já fala a Sagrada Escritura: «Por isso, [Judas Macabeu] pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres das suas faltas» (2 Mac 12, 46). Desde os primeiros tempos, a Igreja honrou a memória dos defuntos, oferecendo sufrágios em seu favor, particularmente o Sacrifício eucarístico para que, purificados, possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também a esmola, as indulgências e as obras de penitência a favor dos defuntos:
“Socorramo-los e façamos comemoração deles. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício do seu pai por que duvidar de que as nossas oferendas pelos defuntos lhes levam alguma consolação? […] Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer por eles as nossas orações”. (CIC 1032)
Aqui estão 4 poderosas orações que você pode rezar pelas almas do purgatório, que precisam muito delas:
1) Oração de Santa Gertrudes
Eterno Pai, Ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que hoje são celebradas em todo o mundo; por todas as Santas almas do purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus vizinhos. Amém.
2) Oração para ter um coração misericordioso para com os outros de Santa Faustina
Ó Jesus, compreendo que a Vossa misericórdia é
inexprimível. Por isso Vos suplico: tornai o meu coração tão
grande que possa conter as necessidades de todas as almas que
vivem na face da terra. Ó Jesus, o meu amor vai além do mundo,
estende-se até às almas que sofrem no purgatório; também por elas
quero praticar misericórdia através de orações que possuem
indulgências. A misericórdia de Deus é sempre insondável e
inesgotável, como é insondável o próprio Deus. Ainda que eu me
valesse das palavras mais veementes para expressar essa
misericórdia de Deus, tudo isso nada seria em comparação com o
que ela é na realidade. Ó Jesus, fazei o meu coração sensível a cada
sofrimento do meu próximo, seja da alma ou do corpo. Ó meu
Jesus, sei que Vós procedeis conosco como nós procedemos com o
próximo.
Meu Jesus, fazei o meu coração semelhante ao Vosso
misericordioso Coração. Jesus, ajudai-me a passar pela vida fazendo o
bem a todos…
Amém.
Fonte: Diário de Santa Faustina, II, #132
3) Oração do Descanso eterno
Dai-lhes Senhor o descanso eterno.
E que a luz perpétua os ilumine. Descansem em paz.
Pai Misericordioso eu vos ofereço o sangue precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo para alívio das almas sofredoras que ainda padecem no purgatório. Amém.
4) Ladainha pelas almas do Purgatório
Deus onipotente, Pai de bondade e de misericórdia, tende piedade das benditas almas do purgatório e ajudai a meus queridos pais e antepassados.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai a meus irmãos e parentes.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai a todos meus benfeitores espirituais e temporais.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que tem sido meus amigos e empregados.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai a quantos devo amor e orar.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai a quantos tive prejudicado e ferido.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que tiveram faltado contra mim.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aqueles a quem professais predileção.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que estão mais próximos a união convosco.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que vos desejam mais ardentemente.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que sofrem mais.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que estão mais longe de sua liberação.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que menos auxílios recebem.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que mais méritos tem pela Igreja.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que foram ricos aqui, e ali são os mais pobres.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos poderosos, que agora são como servos.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos cegos que agora reconhecem sua cegueira.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos vaidosos que desperdiçaram seu tempo.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos pobres que não buscaram as riquezas divinas.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos tíbios que muito pouca oração tem feito.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos presunços que tem descuidado de tantas obras boas.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos de pouca fé que descuidaram dos Santos Sacramentos.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos reincidentes que apenas por um milagre da graça se tem salvado.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos pais que não vigiaram bem a seus filhos.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos superiores pouco atentos a salvação de seus súditos.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos pobres homens, que quase apenas se preocuparam do dinheiro e do prazer.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos de espírito mundano que não aproveitaram suas riquezas ou talentos para o céu.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos néscios, que viram morrer a tantos não se lembrando de sua própria morte.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que não dispuseram a tempo de sua casa, estando completamente desprevenidos para a viagem mais importante.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos que julgais mais severamente, quanto mais lhes foi confiado.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos pontífices, reis e príncipes.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos bispos e seus conselheiros.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai a meus mestres e pastores de almas.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos finados sacerdotes desta diocese.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos sacerdotes e religiosos da Igreja católica.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos defensores da santa fé.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos caídos nos campos de batalha.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos sepultados nos mares.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos mortos repentinamente.
Jesus meu, misericórdia! Ajudai aos falecidos sem receber os Santos Sacramentos.
Jesus meu, misericórdia! Dai-lhes, Senhor, a todas as almas o descanso eterno.
Jesus meu, misericórdia! E fazei brilhar sobre elas vossa eterna luz.
Jesus meu, misericórdia! Que em paz descansem.
Jesus meu, misericórdia! Amém.
Rezemos pelas almas do purgatório!
domingo, 2 de fevereiro de 2025
And behold, there was a great storm on the sea, so that the boat was being covered by the waves."
And behold, there was a great storm on the sea, so that the boat was being covered by the waves." The sea can be interpreted as the world, evil and death. It is the reality of those who are submerged in the rubble of an existence without truth, without love and without hope. It is the world of those who have not yet chosen God, have not discovered the beauty and importance of belonging to the Lord, of being able to call Him Father. In this world, what rules is selfishness, individualism, superstition, superficiality, the illusion of having and pleasure at any cost, the desire to possess everything and others, self-idolatry, anxiety, the logic of domination, war, hunger, plagues and death. It is the world of inhuman competition, of exploitation of others in every sense, of make-believe, of unconscious terrors coming to the surface. In the middle of this world there is a boat, apparently lost, alone, at the mercy of the storms, being tossed on all sides. This boat It is the Church of Jesus Christ, which must be for the world the legitimate instrument of truth, love and hope, of life and human dignity. It has another type of logic, another way of looking at planetary reality, another way of acting with human beings; it has a horizon, a direction and offers the security that the world does not have. The way of the Church is that of its Head; its logic is that of Christ; its purpose is eternal communion with God; its mode of action is based on love and truth; its greatest joy is to serve in the likeness of its Spouse. The logic of the Church challenges the world.
"But Jesus slept." The wooden pillow and the tomb can simultaneously indicate the cross and death of Jesus. While Jesus was on the cross and in the tomb, his disciples had no peace, their restless minds and lack of perception of the future tormented them. What a difficult time! Everything seemed destroyed. Who could really save them? Only the Resurrected One. It means, then, that God often seems to let man walk alone, so that he may realize his limitations and needs, and know himself and the importance of God in his life. Well, it is not that the Lord truly moves away, since everything is sustained by Him. Nothing can continue to exist if God moves away. Jesus' sleep gives His disciples the great opportunity to trust more and more in their Lord, to see that they cannot steer the boat with their own strength, that their journey in the world requires divine grace, God's protection, His saving presence. The boat cannot be steered according to the dictates of human reason, but according to God's logic. As long as man trusts in himself, he will never achieve God's plan for him. This is the case with the Church, which cannot continue in history, in the midst of the world, facing evil and death, through the "brilliant" minds of men and women puffed up with pride and contaminated by the way of thinking of a reason without God. Sleeping while the boat is being shaken can also be a lesson for the entire Church that, despite the setbacks and challenges of every day, it needs to remain standing, trusting in the Word of God and completely focused on its Head; it should not despair in the face of persecution, because in it is peace (Jesus sleeps, is at peace), there is life, there is He who has power over all things, who can walk on water, multiply loaves, raise the dead, etc.
"Lord, save us, for we are perishing!" Peter was walking on water when he became afraid and began to sink. At the most critical moment of his life, when he realized his extreme limitations, he cried out with the most important need: "Lord, save me". This is the cry of the Church, which, despite being holy as a work of God and belonging to Him, is fragile in each of its members. Furthermore, the ferocity of Satan and of godless man is very incisive against the community of God's children. The world acts fearlessly and without judgment in the most bizarre way possible against the Church, seeking in every way to demoralize or even destroy it. Both externally and internally, the world has affronted the children of God within their own home. The Church is defamed, betrayed by many within itself, treated as if it were a disgrace and an agent of dehumanization. The world calls truth what is a lie and lies what is truth. Jesus is the Truth, but the world insists on contradicting His teachings, falsifying them and teaching them according to its illusions. However, on the other hand, many also use, within their religious inventions, the name of Jesus to achieve what Jesus himself condemns, such as the unbridled search for money. Greed in the name of Jesus is the fashion of sects, which are a total distortion of the Gospel. The world, in its distorted pagan and religious reality, throws against the Church everything that characterizes it, so that it may be loved, and the Church may suffer ever more.
Mary and Joseph, when it came to the birth of the Child, complied with the imperial law of census registration
Mary and Joseph, when it came to the birth of the Child, complied with the imperial law of census registration; now, 40 days after the birth of the Son of God, they are fulfilling the Law of Israel. They take the child Jesus to be presented at the Temple (Lev 12:3-4) before two important witnesses of advanced age, although Simeon’s age is not directly mentioned, something that can be deduced from the “waiting” and the information given regarding “now you may let your servant go in peace.” According to the biblical commentary of the Order of Saint Benedict (78), Luke “joined two independent ceremonies”: that of the purification of the mother (however, this is not a question of moral impurity) and that of the redemption of the firstborn. The child was not redeemed as the Law provided (cf. Ex 13:13b), because he is the one who came to redeem and remain entirely God’s. Another important fact concerns the fact that the firstborn of men is redeemed and that of animals is sacrificed. In the case of Jesus, He was consecrated and sacrificed as the Lamb of God. Therefore, two realities come together here: the consecration, through birth, and the sacrifice at Easter, through the cross. The Christmas of the Son of God is directed towards the Easter of the same Son.
2. As for the Temple, for Luke, it “symbolizes the continuity between Judaism and Christianity”. Furthermore, the “first announcement of the definitive act of salvation took place in the Temple (cf. Lk 1:11). Jesus teaches in the Temple (cf. Lk 19:47) and the disciples continue to worship in the Temple” (Commentary on the Bible, 78) until long after the Christian era (cf. Lk 24:53; Acts 3:1). Faith needs a place of reference, a determining and meeting point for the manifestation of God’s will. Such a place only has meaning insofar as it expresses the presence of God and the welcome of those who belong to HIM.
3. Regarding the witnesses, the first is Simeon, who anxiously awaited the arrival of the Messiah and was filled with the Holy Spirit and by the same Spirit was led to the Savior, the Light of the world, a clear indication that one can only approach and understand who the Son of God is if one has His Spirit. The second witness is Anna, a prophetess, who sees the child, glorifies God and announces the Savior. In Simeon and Anna, besides being witnesses, Luke sees the sign of the Old Testament, of the time of promise and waiting. The advanced age of both indicates the long time in which humanity longed for the Savior, the true Liberator; it indicates, concretely, the fulfillment of Israel's messianic dream, in a certain way contradicting the way of thinking of that people, since the Liberator and Savior, the Messiah, is there as a boy, a fragile child, without riches and without a powerful name either in Israel or in humanity in general.
4. Anna, at 84 years old, being a consecrated widow, spent all her time in the Temple, serving the Lord. Her life was intense in prayer, fasting and giving her time to the will of God. She lived as a disciple in whatever her time allowed, with faith, courage and availability. God granted her the grace to contemplate his Son and the inspiration needed to proclaim him. Anna saw what other Jews could not see. She had the grace to see the “Face of God” in the Child Jesus. She lived the essential, but many of her time lived what their flesh longed for. As a woman, Anna was considered nothing in the society of Israel, but before God, she was a treasure, small and simple. God reveals himself to the little ones, to the humble: “Father, I thank you, because you have hidden these things from the wise and learned and revealed them to babes” (Mt 11:25).
5. Anna and Simeon certainly were not able to understand such a mystery, but they were able to understand that God, through that child, was visiting his people; He was fulfilling his messianic promise; he was freeing humanity. While Elizabeth and Zechariah are signs of the Old Testament, Anna and Simeon are signs of the anxious promise of the arrival of the Messiah. In these four characters, Luke shows how the First Covenant and the Second are interconnected and dependent on each other. The Old and New Testaments cannot be separated and vice versa. Sacred Scripture is the totality of the Covenants.
6. Well, Jesus follows the normal course of human beings, respecting their laws, being part of their history and culture, because he is also 100% man, without ceasing to be 100% God. In his humanity, he grows, develops physically and intelligently, in wisdom and grace. He did not play at being a man, he did not assume humanity as a shell, as a box, as a means through which the Word passes. Humanity was truly assumed. The Word became one of us. That child is the divine Person of the Word in his new condition: he is human with humans to save everyone. He wanted a family for himself, prepared in faith, love and hope. A family marked by self-giving, a life of service and total detachment and availability. The family loved by Jesus bore His marks.May each disciple understand Jesus Christ more and more, deepening his faith in the Covenants (Old and New Testament), being a total contemplator of the wonders of God, totally obedient to His Word and forever available to His divine will. Furthermore, he must be a bearer of light, the true Light, Jesus Christ, who “coming into the world enlightens every human being” (Jn 1:9). Jesus Christ is the Sun “that rises from on high” (cf. Lk 1:78), the Sun that visited all (cf. Lk 1:78) and illuminated all who lay in darkness. Now, with the presentation of the child in the Temple, the whole world can glimpse the Light of Heaven, the hope of salvation and the fulfillment of God’s Plan for the liberation of all who respond to Him. The disciples are precisely those who turn to God and are not afraid to be light in the Light; those who, once enlightened, are not afraid to be instruments of enlightenment in the world.
sábado, 1 de fevereiro de 2025
O DOMINGO - 02/02
Ano LX – CAMOCIM, 02 de fevereiro de 2025 – Nº 13 APRESENTAÇÃO DO SENHOR, FESTA ANO C – São Lucas Cor litúrgica: branco – Formulário de Missa – MR., p.671-675 ANO JUBILAR: “Peregrinos da Esperança” JUBILEU DA VIDA CONSAGRADA Ant.: Eis que virá o Senhor onipotente, iluminar os nossos olhos, aleluia, aleluia. (acendem-se as velas.) RITOS INICIAIS 1. SAUDAÇÃO INICIAL P.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T.: AMÉM. P.: A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo! T.: BENDITO SEJA DEUS, QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO. 2. EXORTAÇÃO P.: Irmãos e irmãs, há quarenta dias celebrávamos com alegria o Natal do Senhor. Hoje chegou o dia em que Jesus foi apresentado ao templo por Maria e José. Exteriormente cumpriu a lei, mas na realidade veio ao encontro do seu povo fiel. Impulsionados pelo Espírito Santo, o velho Simeão e a profetisa Ana vieram também ao templo. Iluminados pelo mesmo Espírito, reconheceram o seu Senhor e o anunciaram com júbilo. Assim também nós, congregados pelo Espírito Santo, vamos nos dirigir à casa de Deus, ao encontro de Cristo. Nós o encontraremos e o reconheceremos na fração do pão, enquanto esperamos a sua vinda na glória. 3. BÊNÇÃO DAS VELAS P.: OREMOS: (breve silêncio) Deus, fonte e origem de toda luz, que hoje mostrastes ao justo Simeão a luz que ilumina as nações, nós vos pedimos humildemente: santificai com a vossa bênção estas velas e atendei as preces do vosso povo que se reuniu, trazendoas para o louvor do vosso nome. Fazei que, seguindo o caminho da virtude, possamos chegar à luz que não se apaga, Jesus Cristo, que vive e reina pelos séculos dos séculos. T.: AMÉM. Quem preside asperge as velas e faz o convite à procissão, quando houver, com estas palavras: Nota: em horário conveniente, os fiéis se reúnem fora da Igreja para saírem em procissão com velas nas mãos. Onde não for possível realizar a procissão, os fiéis permanecem na igreja com as velas nas mãos. Segue um dos ritos propostos no MR., p.671 ou 673. P.: Vamos em paz ao encontro do Senhor. T.: EM NOME DE CRISTO. AMÉM. 4. CANTO DE ABERTURA – L. e M.: Pe. Ney Brasil 1) O que o coro dos profetas, celebrou em profecia, pela ação do Santo Espírito, realiza-se em Maria./ R.: CRISTO-LUZ, Ó LUZ BENDITA, VINDE NOS ILUMINAR! LUZ DO MUNDO, LUZ DA VIDA, ENSINAI-NOS A AMAR!/ 2) Ao Senhor de todo o mundo, esta virgem concebeu, deu à luz, e sempre Virgem, e fiel permaneceu./ 3) Simeão, no templo, exulta, tendo aos braços o Menino, porque vê, com os seus olhos, o Esperado, o Sol divino!/ 4) Mãe do Rei eterno, ouvi-nos, acolhei ao orante a prece, Vós que dais a clara Luz que no Filho resplandece. 5. HINO DO GLÓRIA Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. AMÉM. 6. COLETA P.: OREMOS: (breve silêncio) Deus eterno e todo-poderoso, humildemente vos suplicamos: assim como o vosso Filho único, revestido da natureza humana, foi hoje apresentado no templo, fazei que, também nós, possamos nos apresentar diante de vós com os corações purificados. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. LITURGIA DA PALAVRA A.: Irmãos, a Palavra de Deus ilumina nossa vida e nos dá critérios para não cairmos nas ilusões mundanas. 7. PRIMEIRA LEITURA – Ml 3,1-4 Leitura da profecia de Malaquias. Assim diz o Senhor: 1 Eis que envio meu anjo, e ele há de preparar o caminho para mim; logo chegará ao seu templo o Dominador, que tentais encontrar, e o anjo da aliança, que desejais. Ei-lo que vem, diz o Senhor dos exércitos; 2 e quem poderá fazer-lhe frente, no dia de sua chegada? E quem poderá resistir-lhe, quando ele aparecer? Ele é como o fogo da forja e como a barrela dos lavadeiros; 3 e estará a postos, como para fazer derreter e purificar a prata: assim ele purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata, e eles poderão assim fazer oferendas justas ao Senhor. 4 Será então aceitável ao Senhor a oblação de Judá e de Jerusalém, como nos primeiros tempos e nos anos antigos. Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 8. SALMO RESPONSORIAL – Do Salmo 23/24 R.: O REI DA GLÓRIA É O SENHOR ONIPOTENTE!/ 1) “Ó portas, levantai vossos frontões! Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!”/ 2) Dizeinos: “Quem é este rei da glória?” “É o Senhor, o valoroso, o onipotente, o Senhor, o poderoso nas batalhas!”/ 3) “Ó portas, levantai vossos frontões! Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!”/ 4) Dizei-nos: “Quem é este rei da glória? O rei da glória é o Senhor onipotente, o Rei da glória é o Senhor Deus do universo”. 9. SEGUNDA LEITURA – Hb 2,14-18 Leitura da Carta aos Hebreus. Irmãos: 14Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição, para assim destruir, com a sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, 15e libertar os que, por medo da morte, estavam a vida toda sujeitos à escravidão. 16Pois, afinal, não veio ocupar-se com os anjos, mas com a descendência de Abraão. 17Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo. 18Pois, tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação. Palavra do Senhor. T.: GRAÇAS A DEUS. 10. ACLAMAÇÃO R.: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA./ V.: Sois a luz que brilhará para os gentios, e para a glória de Israel, o vosso povo. (Lc 2,32) 11. EVANGELHO – Lc 2,22-40 – A forma breve está destacada. P.: O Senhor esteja convosco. T.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. P.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! P.: 22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor.” 24Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor. 25Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele 26e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. 27Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29“Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meus olhos viram a tua salvação, 31 que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel.” 33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma.” 36Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. 39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele. Palavra da Salvação. T.: GLÓRIA A VÓS, SENHOR! 12. HOMILIA 13. PROFISSÃO DE FÉ Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, (faz-se inclinação nas palavras destacadas) que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. AMÉM. 14. ORAÇÃO DOS FIÉIS P.: Irmãos, ao celebrarmos a Apresentação do Senhor, dirijamos ao Pai nossa oração pedindo-lhe que ilumine nossos passos. Digamos confiantes: Iluminai, Senhor, a nossa vida! T.: ILUMINAI, SENHOR, A NOSSA VIDA! 1) Pelo Santo Padre, o Papa, e nosso arcebispo Dom Paulo Cezar, para que sejam iluminados pelo Espírito Santo na missão de anunciar Cristo, através de palavras e obras, nós vos pedimos. T.: ILUMINAI, SENHOR, A NOSSA VIDA! 2) Que as autoridades governamentais estejam sempre prontas a socorrer às necessidades dos pobres, dos enfermos e das crianças, nós vos pedimos. T.: ILUMINAI, SENHOR, A NOSSA VIDA! 3) Dai sabedoria aos pais de nossa comunidade, para que, a exemplo de José e Maria, eduquem seus filhos na fé e se esforcem por serem autênticas testemunhas de uma vida santa, nós vos pedimos. T.: ILUMINAI, SENHOR, A NOSSA VIDA! 4) Por todos os consagrados à vida religiosa, para que sejam sinais da entrega total a vós e vivam os valores da castidade, pobreza e obediência, nós vos pedimos. T.: ILUMINAI, SENHOR, A NOSSA VIDA! (preces espontâneas) P.: Senhor, nosso Deus, que em vosso Filho, manifestastes ao mundo a luz que ilumina as trevas, fazei que vossa Igreja, cresça em santidade e sabedoria. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. LITURGIA EUCARÍSTICA 15. APRESENTAÇÃO DOS DONS – L. e M.: Pe. Ney Brasil R.: BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE PARA SEMPRE!/ SEJAM LUMINOSAS VOSSAS MÃOS E AS MENTES./ BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!/ BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!/ 1) Vós sois a luz do mundo, a todos aclarai!/ Afugentando as trevas, ao Pai glorificai!/ R.: BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE PARA SEMPRE!/ SEJAM LUMINOSAS VOSSAS MÃOS E AS MENTES./ BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!/ BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!/ 2) A vossa luz é o Cristo que dentro em vós está:/ Via, Verdade e Vida, Ele vos guiará!/ 3) Rompendo o jugo iníquo, banindo a opressão,/ a vossa luz rebrilha e as trevas fugirão!/ 4) Ninguém a luz acende deixando-a se esconder:/ vossa luz ilumine, faça a vida vencer! 16. P.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todopoderoso. T.: RECEBA O SENHOR POR TUAS MÃOS ESTE SACRIFÍCIO, PARA A GLÓRIA DO SEU NOME, PARA O NOSSO BEM E DE TODA A SUA SANTA IGREJA. 17. SOBRE AS OFERENDAS P.: Senhor, quisestes que o vosso Filho Unigênito se oferecesse a vós como Cordeiro sem mancha pela vida do mundo, fazei que vos seja agradável a oblação da vossa Igreja em festa. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. 18. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III – MR., p.545 Prefácio: O mistério da Apresentação do Senhor – MR., p.674 P.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Hoje, vosso Filho, eterno como vós, é apresentado no templo e declarado pelo Espírito Santo glória de Israel e luz das nações. Por isso, também nós corremos alegres ao encontro do Salvador; e, com os anjos e santos, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: T.: SANTO, SANTO, SANTO... P.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito. Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que nos mandou celebrar estes mistérios. T.: ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SANTO! P.: Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”. Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Mistério da fé para a salvação do mundo! T: SALVADOR DO MUNDO, SALVAI-NOS, VÓS QUE NOS LIBERTASTES PELA CRUZ E RESSURREIÇÃO! P.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. T.: ACEITAI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA! P.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito. T: O ESPÍRITO NOS UNA NUM SÓ CORPO! P.: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença. T.: FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA! P.: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Francisco e o nosso Bispo Paulo Cezar, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro. T.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA! P.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciarnos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos. T.: AMÉM. 19. RITO DA COMUNHÃO 20. CANTO DE COMUNHÃO – L.: Lc 2,30s | M.: Pe. José Weber, SVD R.: OS MEUS OLHOS VIRAM VOSSA SALVAÇÃO,/ QUE PREPARASTES ANTE A FACE DAS NAÇÕES./ 1) Deixai, agora, vosso servo ir em paz, conforme prometestes, ó Senhor./ 2) Pois meus olhos viram vossa salvação que preparastes ante a face das nações./ 3) Uma Luz que brilhará para os gentios e para a glória de Israel, o vosso povo./ 4) Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito, no princípio, agora e sempre. Amém. 21. DEPOIS DA COMUNHÃO P.: OREMOS: (breve silêncio) Por este sacramento que recebemos, Senhor, completai em nós a obra da vossa graça; como correspondestes à esperança de Simeão, não consentindo que morresse antes de acolher o Cristo, concedei também a nós que, caminhando ao encontro do Senhor, alcancemos a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor. T.: AMÉM. RITOS FINAIS 22.